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	<title><![CDATA[g1 > Agronegócios]]></title>
	<description><![CDATA[Notícias sobre agronegócio e safras, dicas de manejo da terra e de como melhorar sua produção, além dos destaques e os vídeos do Globo Rural]]></description>
	<link><![CDATA[https://g1.globo.com/economia/agronegocios/]]></link>
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		<title><![CDATA[Quem cuida do gramado? Conheça a cadeia que abastece campos de futebol no Brasil]]></title>
		<description><![CDATA[        Produção de gramado para estádios envolve máquinas e agrônomos especializados
Quando a bola começa a rolar no campo, os holofotes se voltam para os craques. Mas existe outro time, longe das câmeras, responsável por garantir que o espetáculo aconteça sem tropeços: o dos agrônomos e produtores rurais que trabalham para manter os gramados em condições ideais.
O cultivo da grama, conhecido como gramicultura, é relativamente recente no país e se desenvolveu principalmente nos últimos 20 anos, conta o agrônomo Rafael Froes, responsável por uma fazenda em São José dos Campos (SP).
No local, um dos estagiários conta, inclusive, que só foi ter contato com a atividade durante a experiência profissional e que os cursos de agronomia ainda dão pouca atenção a esse setor.
Apesar de recente, a atividade ganhou espaço no país. Hoje, o Brasil conta com cerca de 25 mil hectares de cultivo comercial de grama, com São Paulo liderando a produção nacional.
O Globo Rural visitou a propriedade onde Froes trabalha para conhecer de perto essa cadeia produtiva (veja vídeo acima). A fazenda ocupa 400 hectares — área equivalente a cerca de 400 campos de futebol — e produz aproximadamente 2 milhões de metros quadrados de gramado por ano.
De onde vem a grama
Como funciona o cultivo
Diferentemente de culturas como soja e milho, que possuem períodos definidos de plantio e colheita, o cultivo da grama demanda trabalho contínuo ao longo de todo o ano.
Froes explica que boa parte da propriedade possui onde trabalha possui solo de turfa, que é mais escuro e rico em matéria orgânica, o que favorece o desenvolvimento da cultura. 
Por conta dessas características, a grama cultivada nesse tipo de solo já apresenta coloração verde intensa e demanda menos adubação nos primeiros meses após o plantio. A produção exige uma série de manejos, incluindo aplicação de calcário, adubos químicos e controle de pragas com herbicidas.
Após a colheita, a área cultivada passa por um processo de regeneração. Com irrigação, adubação e aplicação de defensivos, o terreno pode voltar a produzir entre um ano e um ano e meio depois.
Formatos de comercialização
A grama pode ser vendida em diferentes formatos.
Um deles é por meio de mudas conhecidas como sprigs, opção mais barata, mas que exige um plantio mais técnico e acompanhamento especializado. Nesse sistema, as mudas são comercializadas sem solo, reduzindo riscos de contaminação por sementes de plantas invasoras.
As mudas produzidas na fazenda são da variedade Bermuda Tifway 419, utilizada principalmente em grandes áreas, como campos de polo e golfe.
Outro formato de venda bastante comum é em placas. A grama Esmeralda, por exemplo, muito utilizada em paisagismo e campos amadores, é cortada nesse sistema, ou seja, em formatos de placas, com raízes e terra. Após o plantio, as raízes começam a se integrar ao solo em poucos dias.
Também existem os chamados Big Rolls. Nesse sistema, uma máquina corta e enrola grandes tapetes de grama. Os rolos têm 75 centímetros de largura por 30 metros de comprimento, facilitando a instalação.
A variedade utilizada nesse formato é a Bermuda Tahoma 31, que apresenta melhor desempenho em áreas com maior sombreamento.
Escolha da grama e manutenção
O agrônomo Mateus Ortega, que trabalha para a Federação Paulista de Futebol (FPF) e cuida do estádio Jaime Cintra, em Jundiaí (SP), conta que a qualidade de um gramado começa pela escolha da variedade adequada.
Para campos profissionais, a recomendação é utilizar gramas de alta performance, com maior resistência ao pisoteio e crescimento acelerado para permitir uma recuperação mais rápida após as partidas.
Já para quem deseja montar um campo em sítios ou quintais, a indicação é diferente. Nesse caso, a grama Esmeralda aparece como uma alternativa por exigir menos cortes e apresentar boa adaptação a diferentes condições.
Após os jogos, os sinais de desgaste ficam evidentes. Mudanças bruscas de direção, carrinhos e disputas pela bola deixam marcas no gramado, que precisam ser corrigidas rapidamente para preservar a qualidade da superfície.
Para recuperar as áreas danificadas do gramado, os profissionais utilizam um equipamento semelhante a um garfo para puxar a grama das laterais em direção ao centro do buraco, reduzindo as cicatrizes deixadas pelo jogo. 
Em seguida, aplicam uma fina camada de areia para corrigir os pequenos desníveis que permanecem na superfície e, por fim, realizam um novo corte para garantir que o gramado fique totalmente uniforme.
O trabalho realizado nas lavouras e nos estádios impacta diretamente quem está em campo.
O jogador Lucas Silva conta que a qualidade do gramado interfere na velocidade da bola e pode influenciar até mesmo o desgaste físico dos atletas. Segundo ele, campos em más condições aumentam o impacto sobre joelhos e tornozelos, contribuindo para lesões ao longo da carreira.  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[14/06/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Como cultivar gengibre]]></title>
		<description><![CDATA[        Imagem ilustrativa de uma colheita de gengibre.
Reprodução/TV TEM
Ednildo Torres, de Camaçari (BA), quer começar a cultivar gengibre e procurou o Globo Rural em busca de orientações sobre o plantio.
Para ajudar o produtor, a recomendação é consultar uma publicação do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), que reúne informações sobre a cultura.
No capítulo 2 do material, é possível encontrar orientações sobre preparo do solo, plantio das mudas e os principais cuidados com a lavoura.
📱Acesse aqui
O que faz um ovo ser jumbo? Idade da galinha ajuda a explicar  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[12/06/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Preço dos alimentos em maio: o que ficou mais caro e o que barateou no mês]]></title>
		<description><![CDATA[        Inflação desacelera para 0,58% em maio, mas segue acima da meta e alimentos pressionam IPCA
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, subiu 0,58% em maio, uma desaceleração em relação a abril, quando os preços haviam avançado 0,67%, mostram dados do IBGE, divulgados nesta sexta-feira (12).
Apesar da desaceleração, os preços dos alimentos continuam pressionando a inflação. Sozinho, o grupo de Alimentação e Bebibas respondeu por 0,29 ponto percentual do IPCA, ao registrar alta de 1,33%.
Os alimentos consumidos em casa ficaram, em média, 1,65% mais caros em maio. As maiores altas foram observadas na batata-inglesa, que subiu 44,69%, seguida pelo tomate (20,62%), pela cebola (16,80%) e pelas carnes (1,39%).
“O aumento nestes itens se deve a questões de menor oferta e, também, há influência do valor do frete por conta da alta dos combustíveis”, disse o gerente do IPCA, José Fernando Gonçalves.
Em contrapartida, alguns produtos ficaram mais baratos, como o café moído, com queda de 2,38%, e as frutas, que recuaram 0,70%.
Já comer fora de casa também pesou mais no bolso, mas em ritmo moderado. Os preços subiram 0,49% em maio, com desaceleração tanto nos lanches quanto nas refeições, que tiveram aumentos menores do que os registrados em abril.
A seguir, veja o ranking dos 20 alimentos que mais encareceram ou baratearam em maio.
Alimentos que mais encareceram
Batata-inglesa: +44,69%
Pepino: +44,3%
Tomate: +20,62%
Cebola: +16,8%
Morango: +16,6%
Cenoura: +8,93%
Feijão-carioca (rajado): +6,44%
Leite de coco: +5,14%
Filé-mignon: +4,48%
Carne-seca e de sol: +4,09%
Picanha: +3,97%
Sal: +3,76%
Couve-flor: +3,66%
Brócolis: +3,65%
Banana-da-terra: +3,27%
Peito: +3,18%
Mamão: +2,97%
Peixe-sardinha: +2,79%
Melão: +2,78%
Lagarto redondo: +2,63%
Alimentos que mais baratearam
Abobrinha: -11,43%
Laranja-lima: -9,87%
Peixe-cavala: -9,37%
Peixe-palombeta: -9,21%
Peixe-serra: -9,03%
Laranja-baía: -7,4%
Pimentão: -6,99%
Maracujá: -6,23%
Peixe-anchova: -5,29%
Açaí (emulsão): -5,19%
Peixe-castanha: -5,08%
Peixe-corvina: -4,08%
Banana-d'água: -4,01%
Inhame: -3,99%
Batata-doce: -3,71%
Peixe-pescada: -3,71%
Peixe-dourada: -3,6%
Peixe-cação: -3,2%
Caranguejo: -2,7%
Polpa de fruta (congelada): -2,5%

Depois do grupo de alimentação, a Habitação foi o que mais impactou a inflação, com impacto de 0,18 ponto percentual e variação de 1,22%, e Saúde e cuidados pessoais, que contribuiu com 0,12 ponto percentual após avançar 0,90% no mês.
Juntos, esses três grupos concentraram a maior parte da alta dos preços em maio e explicam grande parte do resultado do índice.
Veja o resultado dos grupos do IPCA:
Alimentação e bebida: 1,33%;
Habitação: 1,22%;
Artigos de residência: 0,08%;
Vestuário: 0,62%;
Transportes: -0,46%;
Saúde e cuidados pessoais: 0,90%;
Despesas pessoais: 0,41%;
Educação: 0,00%;
Comunicação: 0,23%.
A inflação da habitação em maio foi impulsionada principalmente pelo aumento na conta de energia elétrica residencial, que subiu 3,67% e foi o item que mais contribuiu individualmente para a inflação do mês.
Segundo o IBGE, o avanço reflete reajustes nas tarifas de energia em diversas capitais, como Aracaju, Fortaleza, Salvador, Campo Grande, Recife e Belo Horizonte. 
Além disso, em maio esteve em vigor a bandeira tarifária amarela, que acrescenta R$ 1,885 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos, contribuindo para o aumento das despesas dos consumidores.
No grupo Saúde e cuidados pessoais, os preços subiram 0,90% em maio. O principal destaque foi o aumento dos artigos de higiene pessoal, que ficaram 1,95% mais caros, com os perfumes registrando alta de 4,42%. Os planos de saúde também tiveram reajuste no período, com avanço médio de 0,50%.

Inflação
ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[12/06/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/hEorMc6b4zL7txWXRk9KTZT9g5g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/G/I/LBifS8SoyIDywGJXmt4w/fta20250306036.jpg]]></linkfoto>
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