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	<title><![CDATA[g1 > Agronegócios]]></title>
	<description><![CDATA[Notícias sobre agronegócio e safras, dicas de manejo da terra e de como melhorar sua produção, além dos destaques e os vídeos do Globo Rural]]></description>
	<link><![CDATA[https://g1.globo.com/economia/agronegocios/]]></link>
	<language><![CDATA[pt-br]]></language>
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		<title><![CDATA[Agro brasileiro abre mercados para 29 produtos em 9 países nos primeiros dias de abril]]></title>
		<description><![CDATA[        Brasil abriu mercado para exportação de bovinos vivos para a Etiópia em abril de 2026
NELSON ALMEIDA / AFP
O agronegócio brasileiro abriu mercados em nove países para pelo menos 29 produtos diferentes nos 17 primeiros dias de abril, segundo o Ministério da Agricultura. 
O país concluiu acordos para exportar proteína animal, frutas, grãos e outros itens para mercados como Vietnã, Arábia Saudita, Etiópia e El Salvador, entre outros (veja lista abaixo).
O resultado se soma à abertura de 30 mercados para produtos do agronegócio brasileiro nos três primeiros meses do ano, de acordo com o ministério.
Brasil deve bater recorde de exportação e produção de soja em 2026
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Segundo a pasta, as exportações do setor no primeiro trimestre chegaram a US$ 38,1 bilhões, um valor recorde para o período de janeiro a março.
Esse desempenho também significou um crescimento de 0,9% nas vendas do agronegócio brasileiro em comparação com o primeiro trimestre de 2025.
Veja a lista de aberturas de mercado do agro brasileiro em abril:
Etiópia
Sementes de forrageiras (espécies Brachiaria spp., Panicum spp., Setaria spp.)
Carne bovina
Carne suína
Carne de aves
Produtos cárneos e miúdos
Alimentos para animais de companhia
Produtos lácteos
Pescado extrativo e de cultivo
Produtos para alimentação animal de origem não animal
Palatabilizantes (aditivos que melhoram aroma, sabor, textura e atratividade de rações animais)
Alevinos
Ovos férteis
Bovinos vivos para abate, engorda e reprodução
Sêmen e embriões de caprinos e ovinos
Pintos de um dia
Arábia Saudita
Abacate
Atemoia
Goiaba
Carambola
Citros
Gengibre
Mamão
Maracujá
Melancia
Vietnã
Miúdos bovinos (coração, fígado e rins)
Pé e miúdos suínos
El Salvador
Maçã
Carne de frango termoprocessada
Azerbaijão
Uvas
Jordânia
Feno
Angola
Oócitos ovinos e caprinos
Peru:
Sementes de pimenta (espécie capsicum baccatum, incluindo variedades como dedo-de-moça, pimenta-cumari, cambuci)
Filipinas:
Grãos secos de destilaria de milho (para alimentação animal)  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[18/04/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/61dCxOnbei2vXpPvgNr5_qE4Zfc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/q/A/eChoDIR5aUywNMs7KXSw/afp-20251013-67my8rn-v1-highres-climatecop30brazilunamazonforestfires.jpg]]></linkfoto>
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		<title><![CDATA[Quer produzir mirtilo? Veja dicas que podem te ajudar]]></title>
		<description><![CDATA[        Produtores colhem mirtilo no interior de São Paulo
TV TEM/Reprodução
Neste domingo, o Globo Rural atende a um pedido internacional. O Maximiliano, da província de Misiones, na Argentina, entrou em contato com o programa em busca de ajuda com a produção de mirtilo.
A nossa recomendação é uma cartilha elaborada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). 
O material reúne orientações práticas e técnicas sobre os diferentes tipos de mirtileiro, os principais tratos culturais, além de cuidados importantes na colheita e na comercialização da fruta.
A publicação está disponível gratuitamente.
📱Acesse aqui
Parece melancia e tem cheiro de limão: que fruto é esse?  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[17/04/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/SS_FxrUUS5d1QhjniyB4Yjf36w0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/4/O/UF68OmQcu7nmL7x5IFLg/nc-mirtilo-safra-030923.jpg2.jpg]]></linkfoto>
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		<title><![CDATA[Cientista brasileira na lista da Time ajudou agricultores a economizar quase R$ 125 bilhões por ano]]></title>
		<description><![CDATA[        Mariangela Hungria também foi uma uma das vencedoras do 1º Prêmio Mulheres e Ciência do CNPq.
Arquivo Pessoal/Mariangela Hungria
A pesquisadora Mariângela Hungria entrou na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da revista Time, divulgada nesta quarta-feira (15).
Agrônoma e microbiologista, Mariângela trabalha na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), onde desenvolve microrganismos do solo que permitem às plantas absorver nitrogênio do ar de forma mais natural.
"Hoje, graças ao seu trabalho, 85% da soja do Brasil é cultivada com o uso desses microrganismos, em vez de fertilizantes químicos", diz a revista.
A Time pontua que suas inovações científicas, utilizadas em todo o mundo, ajudaram os agricultores brasileiros a economizar cerca de US$ 25 bilhões (R$ 124,8 bilhões) por ano e a evitar a emissão de 230 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente. 
“Nunca vou desistir de trabalhar por um mundo melhor", disse ela à revista Time no ano passado".
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Gente do campo: produtora rural contaminada por agrotóxico vive hoje de plantio sustentável
'Nobel da agricultura': brasileira Mariangela Hungria vence Prêmio Mundial da Alimentação
No ano passado, Mariângela também ganhou o prêmio da instituição americana World Food Prize, conhecido como o Nobel da Agricultura.
Há 34 anos, ela pesquisa formas de substituir fertilizantes químicos por alternativas sustentáveis.
Um dos estudos identificou e selecionou bactérias que facilitam a fixação do nitrogênio nas lavouras de soja. Este nutriente é indispensável para que as plantas cresçam e se desenvolvam.
A pesquisa, feita na Embrapa Soja, em Londrina, no Paraná, deu origem a um produto chamado inoculante, que é misturado à semente na hora do plantio.
Ele diminui o impacto ambiental, e também é mais barato.
"Não tenho dúvidas de afirmar que, se não fosse a fixação biológica de nitrogênio na soja, hoje não seríamos os maiores produtores e exportadores de soja do mundo, porque seria inviável economicamente", comentou Mariângela ao Jornal Nacional, em maio do ano passado.
Hoje, 85% das áreas com cultivo de soja no país adotam a inoculação.
#8M: Mariângela Hungria, uma das pesquisadoras mais influentes do mundo
Gente do campo: Dona Lourdes vive de agroecologia  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[15/04/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/ep0tYnH-M0S3kaLvXj74qsL5U-c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/g/U/WcZIt2RQGd8NYu2CkSkw/anp-8755-1-.jpg]]></linkfoto>
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