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	<title><![CDATA[g1 > Agronegócios]]></title>
	<description><![CDATA[Notícias sobre agronegócio e safras, dicas de manejo da terra e de como melhorar sua produção, além dos destaques e os vídeos do Globo Rural]]></description>
	<link><![CDATA[https://g1.globo.com/economia/agronegocios/]]></link>
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		<title><![CDATA[Criação de porcos: publicação gratuita orienta sobre alimentação e manejo]]></title>
		<description><![CDATA[        Cartilha do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) reúne informações sobre todas as etapas da criação de porcos.
Divulgação
Quer aprender sobre a criação de porcos? Uma opção gratuita é a publicação do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), que reúne informações sobre todas as etapas da criação, do nascimento à terminação dos animais.
O material traz orientações sobre alimentação, manejo e os principais cuidados para garantir uma produção de qualidade.
A cartilha é gratuita -📱Acesse aqui
Veja também:
Porcos clonados: saiba como será criação de plantel para uso de órgãos em humanos  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[11/09/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Justiça suspende registro de novos agrotóxicos à base de glifosato por 90 dias em todo o país]]></title>
		<description><![CDATA[        Glifosato sendo aplicado em lavoura, em imagem de arquivo
Getty Images
A Justiça do Trabalho determinou a suspensão, por 90 dias, do registro e da autorização de novos agrotóxicos à base de glifosato e derivados -- o tipo de agrotóxico mais vendido em todo o mundo.
A decisão é da 7ª Vara do Trabalho de Brasília e atende parcialmente a um pedido do Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal. O documento também determina que a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) avalie se há irregularidades nas bulas dos produtos que já são comercializados.
A Justiça determinou, ainda, que o Ibama apresente avaliações ambientais e mapas de risco relacionados ao glifosato. 
O Ibama terá, ainda, que elaborar um relatório que aponte os impactos de uma eventual retirada da substância do mercado - passando pelo recolhimento, armazenamento e descarte dos produtos não utilizados.
Veja, no vídeo abaixo, detalhes sobre a ação movida pelo MPT em junho:
Ação do MPT pede o banimento do uso do glifosato em todo o país
A decisão é assinada pelo juiz do Trabalho Gustavo Carvalho Chehab. No documento, o magistrado afirma que os princípios da precaução, da prevenção e da proteção também se aplicam ao meio ambiente do trabalho.
O que o MPT diz sobre os riscos do glifosato
A ação civil pública se baseia em um parecer de pesquisadores da UFMT que reúne dados e pesquisas sobre os efeitos do glifosato para a saúde humana.
Segundo o documento, o desenvolvimento de câncer associado ao uso do agrotóxico "não decorre de exposições pontuais, mas da acumulação da substância no organismo devido à exposição continuada ao longo do tempo".
"É por isso que os trabalhadores rurais são os mais expostos e afetados", diz o procurador Leomar Daroncho.
"Muitos dos problemas que o glifosato causa são porque ele interfere na atividade das bactérias que ajudam o nosso corpo, ele mata as bactérias", diz a ação, citando um estudo de 2015 da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
O procurador destaca que, naquele mesmo ano, a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC, na sigla em inglês), vinculada à Organização Mundial de Saúde (OMS), classificou o glifosato como “potencialmente cancerígeno para humanos”.
Além do linfoma não-Hodgkin, estudos acadêmicos citados na ação associam o glifosato ao desenvolvimento de câncer de mama, leucemia e do mieloma múltiplo, identificado em trabalhadores da Carolina do Norte e de Iowa (EUA).
Daroncho lembra ainda que um estudo publicado em 2000, que concluía que o glifosato não representava risco à saúde humana, foi excluído da revista científica Regulatory Toxicology and Pharmacology, em dezembro do ano passado.
Na ocasião, o editor-chefe da publicação, Martin van den Berg, explicou que a exclusão se baseou "em vários problemas críticos" que comprometiam "a integridade acadêmica" do artigo, como a participação de funcionários da Monsanto, comprada pela Bayer em 2016, na elaboração do artigo.
Esse estudo foi usado durante anos por agências regulatórias ao redor do mundo para permitir o registro e a venda do glifosato.
Ao g1, a Bayer disse que a retratação do estudo "foi altamente controversa, com mais de 60 cientistas se manifestando contra essa decisão."
"Além disso, por ter sido publicado há 25 anos, o estudo sequer foi considerado pela União Europeia em seu mais recente processo de avaliação e aprovação. A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) e a Health Canada também afirmaram que a retratação do artigo não alteraria suas avaliações sobre o glifosato."
"O artigo em questão é uma revisão de estudos conduzidos de forma adequada, que foram apresentados separadamente às autoridades reguladoras para análise, e não contém dados originais."
Imagem ilustrativa / agrotóxicos
Freepik  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[10/09/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/vEy2eaX8sx0-tYaTFmHb7XM0FGQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/y/q/RdvIYgTFiJAsTMm8sl8Q/design-sem-nome-2026-05-22t154014.066.jpg]]></linkfoto>
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		<title><![CDATA[União Europeia deve voltar a comprar mel e carne de aves do Brasil, diz governo]]></title>
		<description><![CDATA[        Frango cru
JK Sloan
O Brasil deve retornar à lista de fornecedores de mel e carne de aves da União Europeia em breve, afirmou o Ministério da Agricultura, nesta sexta-feira (4).
O bloco concluiu auditorias nas duas cadeias produtivas e considerou que os controles sanitários e os procedimentos oficiais adotados pelo Brasil são "satisfatórios".
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
"Agora é esperar o processo burocrático, mas muito rapidamente nós vamos ver o Brasil de volta à lista dos fornecedores de aves e de mel para a União Europeia”, declarou o ministro da Agricultura, André de Paula.
🔍 A UE tirou o Brasil da lista de países que cumprem as suas regras sobre o uso de antimicrobianos na pecuária. Essas substâncias são usadas para tratar infecções em animais, mas o bloco proíbe seu uso para estimular o crescimento. Também proíbe o uso, em animais, de antimicrobianos reservados ao tratamento de seres humanos. (entenda aqui)
Agora no g1
As auditorias nos dois setores foram realizadas por solicitação das próprias autoridades da União Europeia e teve início em 24 de agosto.
Os fiscais visitaram estabelecimentos produtivos e órgãos oficiais do país, verificando a estrutura e do funcionamento do sistema oficial de defesa agropecuária brasileiro.
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que aguarda a oficialização da reabertura do mercado para comentar o caso.
O g1 questionou a Associação Brasileira de Exportadores de Mel (Abemel) sobre o avanço nas negociações com a União Europeia, mas não obteve um retorno até a última atualização desta reportagem.
Saiba mais: UE compra pouca carne do Brasil, mas paga mais e funciona como ‘vitrine’; saiba por que o veto preocupa
Embargo ao Brasil
Nesta quinta-feira (3), começou a valer o embargo da União Europeia a produtos de origem animal do Brasil. Com a medida, o país fica impedido de exportar carne bovina, suína, frango, mel, pescados e ovos para as 27 nações do bloco.
A decisão pode ser revertida, a depender das negociações entre a UE e o governo brasileiro. 
O anúncio da exclusão do Brasil da lista de fornecedores foi feita em maio.
A medida não foi motivada por irregularidades encontradas na carne brasileira, mas pela avaliação da União Europeia de que o controle feito pelo Brasil sobre o uso dessas substâncias é insuficiente.
As carnes bovina e de frango são os produtos mais afetados, pois estão entre os itens de origem animal mais exportados pelo Brasil para a UE. Ainda assim, representam uma parcela pequena do valor total exportado pelo país. 
Saiba também: Após veto da União Europeia, carne vai ficar mais barata no Brasil? Entenda
A 1 mês de União Europeia vetar carne do Brasil, setor corre para buscar novos mercados  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[04/09/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/lWhvmnva7nC2QxZmNmAffBOlWmI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/6/l/Tz5Q16Txqi7n2z0NFYHg/frango.jpg]]></linkfoto>
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