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	<title><![CDATA[autoesporte > Carros]]></title>
	<description><![CDATA[Na Autoesporte você acompanha tudo sobre testes, carro do ano, carros usados, segredos e flagras, boletim CBN e muito mais]]></description>
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		<title><![CDATA[Fiat Fastback vai mudar muito e já vimos de perto a nova geração do SUV]]></title>
		<description><![CDATA[        A Fiat apresentou o Grizzly Fastback no Salão do Automóvel de Paris (França). O SUV cupê antecipa o visual e as soluções que devem inspirar a próxima geração do Fastback nacional. Autoesporte conheceu a novidade de perto e conta o que muda em design, acabamento, motorização e equipamentos, além das primeiras impressões.
Ainda que o novo Fastback vá receber alterações quando começar a ser produzido em Betim (MG), o design deve seguir com linhas muito semelhantes às do Grizzly — que já estão dando o que falar. 
Lançamento do Fiat Grizzly Fastback é esperado para 2027 ou 2028 
Vitória Drehmer/Autoesporte
Afinal, o desenho é mesmo polêmico. Há formas geométricas, capô elevado e uma grade com elementos luminosos seccionados em LED. A solução se distancia das linhas mais arredondadas do Fastback atual e aproxima o modelo da nova linguagem visual da Fiat. Prova disso é que o SUV está mais parecido com o Grande Panda, que vai se chamar Argo X no Brasil.
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A traseira também chama a atenção. As lanternas em LED adotam elementos gráficos integrados à carroceria, enquanto a faixa escurecida que conecta o conjunto de iluminação ajuda a criar esse visual marcante. 
Fiat Grizzly Fastback tem 4,50 m de comprimento
Vitória Drehmer/Autoesporte
A questão será saber quanto desse desenho chegará à versão nacional. No Argo X, por exemplo, a adaptação para o mercado brasileiro vai retirar o nome “Panda” estampado em baixo-relevo nas portas, além de simplificações em faróis e para-choques.
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Já a cabine do Grizzly Fastback está mais moderna. O SUV combina quadro de instrumentos digital com uma nova central multimídia de 10,25 polegadas, que agora fica posicionada no alto do painel. A troca de marchas deixa a alavanca tradicional de lado e passa a ser feita por uma espécie de joystick.
Fiat Grizzly Fastback tem também freio de estacionamento eletrico
Vitória Drehmer/Autoesporte
O volante emprestado do Grande Panda tem desenho geométrico e traz o logotipo da Fiat ao centro. Os bancos são confortáveis e exibem costuras em relevo. Aliás,  no acabamento, a parte superior do painel é inteiramente de plástico rígido, assim como as portas, que têm tecido apenas no apoio de braço. Esse mesmo material também aparece na parte inferior do painel do SUV.
Bancos do Fiat Grizzly Fastback são estilizados em relevo
Vitória Drehmer/Autoesporte
Na Europa, a lista de equipamentos da versão topo de linha, chamada de La Prima Hybrid, inclui rodas de liga leve de 18 polegadas, iluminação ambiente de LED, carregador de celular por indução, ar-condicionado digital e freio de estacionamento eletrônico.
O pacote de segurança inclui seis airbags, frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres e ciclistas, detector de fadiga, por exemplo.
Porta-malas do Fiat Grizzly Fastback tem capacidade para 600 litros
Vitória Drehmer/Autoesporte
Em relação às dimensões, o Grizzly Fastback tem aproximadamente 4,50 metros de comprimento. Ou seja, é mais comprido que o Fastback atual, que tem 4,44 m. E o porta-malas vai continuar sendo um dos destaques da categoria: a Fiat informa que são 600 litros de capacidade.
Fiat Grizzly Fastback tem acamento formado em grande parte por tecido e plástico rígido
Vitória Drehmer/Autoesporte
Estruturalmente, o Grizzly Fastback é baseado na conhecida plataforma Smart Car da Stellantis, considerada uma versão simplificada da CMP da Peugeot. A base já serve a diversos carros da Citroën e Opel, com suporte para acomodar diferentes opções de motorização.
Isso explica por que a Fiat já confirma motores híbridos leves (MHEV) com potências de até 145 cv. No Brasil, porém, devemos manter as opções já disponíveis. É o caso do motor 1.0 turbo flex T200, de até 130 cv e 20,4 kgfm de torque, disponível também com sistema híbrido leve de 12V. A versão esportiva Abarth deve seguir em linha com motor 1.3 turbo flex T270, que entrega até 185 cv.
Fiat Grizzly Fastback tem em sua traseira lanternas led com elementos gráficos interligados à carroceria  
Vitória Drehmer/Autoesporte
Depois da estreia na Europa, o Grizzly Fastback vai começar a ser lançado em outras localidades. O lançamento no Brasil é aguardado para 2027 ou 2028.
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Mais Lidas  ]]></description>
		<category><![CDATA[autoesporte]]></category>
		<date><![CDATA[15/10/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Hyundai Bayon resolve visual polêmico do i20 e tem itens bem mais legais]]></title>
		<description><![CDATA[        Atração de destaque no estande da Hyundai no Salão de Paris (França), o SUV compacto Bayon já está com o passaporte carimbado para desembarcar no Brasil. O modelo tem a mesma base técnica do i20, vendido por aqui desde junho, mas adota diferenças importantes em relação ao hatch compacto, tanto no visual quanto no pacote de equipamentos. Autoesporte revela detalhes e mostra onde os dois modelos mais se aproximam e se distanciam.
Começando pelo visual, o Bayon se relaciona muito mais com modelos maiores, como o Tucson, do que com o próprio i20. Nesse sentido, a Hyundai optou por seguir um caminho diferente de outras marcas e deu ao modelo uma dose extra de identidade própria. Ao contrário de rivais como Fiat Pulse e Chevrolet Sonic, que usam portas de Argo e Onix, respectivamente, o Bayon não reaproveita peças externas do i20.
Hyundai Bayon tem linhas arrojadas e visual mais acertado na comparação com o i20
Divulgação
Como resultado, o SUV é bem mais harmônico visualmente e, não por acaso, apontado como um dos melhores frutos da atual linguagem visual Art of Steel da Hyundai. Na dianteira, destaque para o conjunto óptico dividido em dois andares, com LEDs diurnos posicionados juntos ao capô e faróis principais logo abaixo no para-choque. 
Hyundai Bayon tem visual exclusivo nas laterais e não reaproveita portas do i20
Divulgação
Nas laterais, o Bayon se distancia do i20 pelos vincos bem marcados, caixas de roda retangulares e aspecto geral bem mais musculoso. Em comum, apenas os retrovisores e o formato do vidro da porta dianteira. Atrás, o SUV novamente revela personalidade própria e em nada lembra a polêmica traseira do hatch. As lanternas são estreitas, o para-choque tem estilo esportivo e o nome “Bayon” é destacado na tampa do porta-malas.
Hyundai Bayon tem conjunto óptico dividido com LEDs diurnos na parte superior
Divulgação
Em dimensões, o SUV tem 4,25 metros de comprimento, 1,81 m de largura, 1,57 m de altura e 2,60 m de entre-eixos. Como comparação, o i20 mede 4,13 metros de comprimento por 1,78 m de largura e 1,50 m de altura. Já o entre-eixos é de 2,58 metros. No porta-malas, são 440 litros do crossover contra 346 litros do hatch compacto.
Hyundai i20 é menor e tem traseira polêmica que o Bayon evitou
Renato Durães/Autoesporte
Diferentes por fora, quase iguais por dentro
Se no exterior Bayon e i20 são significativamente diferentes, é por dentro que SUV e hatch se aproximam. O desenho do painel, por exemplo, é praticamente o mesmo nos dois carros, com destaque para as saídas de ventilação com formato vertical e os botões para controle do ar-condicionado.
Já por dentro, Bayon e i20 se aproximam graças ao compartilhamento do painel
Divulgação
O mesmo vale para os painéis de porta, estilo das maçanetas e até o volante com logotipo da Hyundai substituído por quatro pontos, no mesmo arranjo apresentado no Kona. Em particular, vale dizer, o modelo das fotos ostenta o emblema da divisão N, já que é da versão esportiva.
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A enorme prancha que agrega quadro de instrumentos e central multimídia também é a mesma nos dois modelos, assim como a tela de 12,3 polegadas da central multimídia. No entanto, só o Bayon traz quadro de instrumentos totalmente configurável na mesma medida da central. No i20, o cluster é apenas parcialmente digital.
Hyundai Bayon é equipado com teto solar panorâmico que o i20 não tem
Divulgação
Bayon tem, i20 fica devendo
Além do painel inteiramente digital, o i20 fica devendo outros equipamentos na comparação com o Bayon. Nesse sentido, só o SUV tem itens como teto solar panorâmico, bancos dianteiros aquecidos e ventilados, sistema de som premium Bose com oito alto-falantes e câmeras 360°. 
Em alguns mercados, como na Índia, o Bayon traz um sistema de assistência ao motorista integrado com inteligência artificial — item também ausente no i20.
Hyundai i20 tem dianteira menos rebuscada e sem faróis divididos, como no Bayon
Renato Durães/Autoesporte
O hatch também fica devendo uma versão híbrida. Na Europa, o Bayon será vendido com um conjunto híbrido pleno (HEV) formado pelo motor 1.6 aspirado a gasolina combinado a um propulsor elétrico, totalizando 138 cv. Outra opção, neste caso sem eletrificação, é o motor 1.0 turbo de três cilindros com 90 ou 115 cv. 
No Brasil, o i20 tem motores 1.0 aspirado flex de 80 cv e 1.0 turbo flex de 115 cv. O câmbio é manual de cinco marchas no primeiro caso e automático de seis marchas no segundo.
Hyundai Bayon tem os mesmos painéis de porta do i20, mas é mais espaçoso internamente
Divulgação
Por fim, outra diferença entre os modelos diz respeito à oferta de uma versão esportiva. No Bayon, a estreia contemplou logo de cara a variante N Line, que oferece visual com pacote aerodinâmico próprio e rodas com desenho único. Já o i20 não dispõe, pelo menos por enquanto, de versão com assinatura esportiva.
Bayon no Brasil
No Brasil, o lançamento do Bayon está programado para 2027. O modelo dividirá com o i20 a plataforma K3 da Hyundai e será produzido na fábrica de Piracicaba (SP). A unidade vem recebendo investimentos de R$ 5,5 bilhões e ampliou recentemente sua capacidade produtiva para 220 mil unidades por ano.
Hyundai Bayon será produzido no Brasil e tem lançamento programado para 2027
Divulgação
Segundo apurações de Autoesporte, o novo SUV será vendido por aqui com o mesmo conjunto mecânico das versões mais caras do i20. Ou seja, motor 1.0 turbo flex com injeção direta de 115 cv e 17,5 kgfm de torque, e câmbio automático de seis marchas.
Dentro do segmento, o Bayon vai enfrentar Volkswagen Tera, Fiat Pulse, Renault Kardian, Chevrolet Sonic e Jeep Avenger.
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Mais Lidas  ]]></description>
		<category><![CDATA[autoesporte]]></category>
		<date><![CDATA[14/10/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Novo Smart #2 é hatch elétrico de dois lugares que substitui o ForTwo]]></title>
		<description><![CDATA[        Após inúmeras edições "apagadas", o Salão de Paris retoma seu status original na edição 2026 com a apresentação — e o retorno — de vários carros importantes. É o caso do Citroën 2CV, um carro lançado em 1940 que, enfim, terá uma nova geração elétrica. Na mesma pegada, o Smart #2 é praticamente um "remake" do saudoso ForTwo. 
O ForTwo foi vendido no Brasil entre 2009 e 2015 com uma vibe moderna, jovial e simplória. O novo Smart #2 nada mais é que a versão elétrica deste conceito — inclusive, traz o mesmo estilo arrojado na carroceria inconfundível.
Smart #2 chega com 4 versões, sendo uma delas limitada a 999 unidades
Divulgação
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A ideia é proporcionar praticidade e eficiência ao motorista que utiliza o carro no dia a dia para se deslocar pela cidade. Prova disso são os 2,74 m de comprimento e o raio de giro de 6,95 m. Para marcar os trinta anos de sua história, o hatch elétrico retorna ao mercado europeu em quatro versões: Pure, Pure Plus, Premium e Couture Edition, esta última limitada a 999 unidades. 
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Quanto às especificações técnicas, o Smart #2 usa plataforma Electric Compact Architecture (ECA), projetada especificamente para o veículo. O motor único instalado no eixo traseiro entrega 80 cv de potência e 13,3 kgfm de torque. Sua bateria tem 35,8 kWh de capacidade (LFP) e proporciona 290 km de autonomia em ciclo WLTP. Já o carregamento rápido ocorre a uma potência de até 65 kW, o que significa que o Smart #2 precisa de 20 minutos para ir de 10% a 80% de carga.
Smart #2 tem 2,74 m de comprimento para melhorar suas características práticas
Divulgação
Vale lembrar que a Geely adquiriu metade das ações da Smart em 2019. Assim, a empresa deixou de ser proprietade exclusiva da Mercedes-Benz e se tornou uma joint venture..
Os equipamentos do novo Smart #2
Smart #2 mistura tela multimídia de 10,1 polegaas com botões no volante e no painel
Divulgação
Na cabine, apesar da simplicidade, o Smart #2 traz duas telas: a central multimidia de 10,1'' e o painel de instrumentos digital de 8,8''. Os bancos são inteiriços e contúnuos, enquanto as saídas de ar-condicionado circulares remetem aos carros da década de 2010. O volante multifuncional equipa todas as versões. Veja o que cada uma oferece:
Smart #2 Pure - Smart Pilot Assist, controle de velocidade adaptativo (ACC) com Stop & Go, assistente de condução em estradas, faróis e luzes traseiras em LED;
Smart #2 Pure Plus - todos os itens da Pure + carregamento AC de 11 kW, aquecimento do banco do motorista, pacote ADAS que inclui detecção de ponto cego, mitigação de colisão traseira e alerta de tráfego cruzado traseiro;
Smart #2 Premium -  todos os itens da Pure Plus + teto solar panorâmico, bancos aquecidos de couro sintético para o motorista e passageiro, sistema de som Sennheiser com 7 alto-falantes, combinações de cores adicionais, incluindo acabamentos em duas cores para a carroceria combinadas com seleções de interior correspondentes.
Smart #2 Couture Edition - todos os itens da Premium + pintura exterior em branco fosco Atelier com teto dourado platinado, teto de vidro, iluminação ambiente, bancos e volante aquecidos, sistema de som Sennheiser, carregamento sem fios, sistema de navegação e placa interior numerada. 
Smart #2 tem bancos interiços em formato de S
Divulgação
No mercado europeu, o Smart #2 terá preço tabelado em 20 mil euros na versão de entrada, a Pure (cerca de R$ 112 mil). Já o pacote mais equipado do hatch elétrico, Couture, chega a 25 mil euros (aproximadamente R$ 140 mil). As vendas se iniciam nos próximos meses.
Mais novidades do Salão de Paris 2026 
Hyundai Bayon será produzido no Brasil em 2027
Divulgação
O Salão de Paris 2026 voltou a "acender a chama" da indústria europeia após muitas edições apagadas e sem muito prestígio. A Fiat aproveitou o evento para apresentar o conceito Multiplay, que mistura características de SUVs e picapes, e antecipa elementos da próxima geração da Strada.
Além disso, vale o destaque para a revelação do novo SUV compacto da Hyundai, o Bayon, um dos lançamentos mais esperados da fabricante coreana nos últimos anos e que é esperado para chegar ao mercado brasileiro no primeiro semestre de 2027. O SUV entrará no Brasil para disputar espaço com Volkswagen Tera, Fiat Pulse, Renault Kardian, Chevrolet Sonic e Jeep Avenger.  
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Mais Lidas  ]]></description>
		<category><![CDATA[autoesporte]]></category>
		<date><![CDATA[14/10/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-autoesporte.glbimg.com/4rArPZ6NXjJdfSSSZDo1hpQ1BQE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/1/T/oxLyGTTqeoAeZ5GnLjUg/smart-2.jpg]]></linkfoto>
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