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	<title><![CDATA[autoesporte > Carros]]></title>
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		<title><![CDATA[Achado usado: Volkswagen Saveiro Sunset é picape com alma de Gol GTS]]></title>
		<description><![CDATA[        A Volkswagen Saveiro - nome de um tipo de embarcação a vela - surgiu em 1982 compartilhando a mesma base de outros frutos da família BX (Gol, Voyage e Parati). Entre as rivais, concorreu com Fiat 147 Pick-up City, Ford Pampa e Chevrolet Chevy 500. Com a Tukan a caminho, a picape vai se aposentar até o início de 2027.
A VW Saveiro teve inúmeras versões e séries especiais, mas, sem dúvida, uma que deixou saudades foi a Sunset, a primeira versão esportiva da picape, e, hoje, bastante disputada por entusiastas e colecionadores. Por R$ 89 mil, este lindo exemplar do ano e modelo 1993/1994 Preto Gótico pode ser seu. 
A picape vai se aposentar até o início de 2027.
Foto: L'Art
À venda pela L'art, este clássico da Volkswagen está com todos os acessórios originais que vinham na edição especial. São os exemplos da proteção tubular da caçamba, faróis de milha e de neblina, antena de teto, volante revestido em couro, rodas BBS aro 14 de liga leve, entre outros. 
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No conjunto mecânico, o motor AP-1800 S a álcool de 97 cv e o câmbio de cinco marchas com relações mais curtas do Gol GTS 1.8 S e Voyage Sport  foram cuidadosamente revisados para garantir doses extras de prazer ao volante. 
Na parte interna da Saveiro, os bancos Recaro obedecem ao padrão original com o tecido xadrez
Foto: L'Art
Na parte interna da Saveiro, os bancos Recaro foram restaurados, obedecendo ao padrão original com o tecido xadrez. Já o painel, bem como volante espumado de quatro raios, são os próprios que vieram no carro e apresentam desgaste condizente com a quilometragem registrada no hodômetro: 207.194 km.
painel, bem como volante espumado de quatro raios, são os próprios que vieram no carro
Foto: L'Art
Relembre a história da VW Saveiro
A Volkswagen Saveiro chegou em 1982 para concorrer com Fiat 147 Pick-up e Ford Pampa. Inicialmente era oferecida nas versões S e LS, dotadas de motor 1.6 arrefecido a ar de 66 cv, o mesmo do Fusca e do Gol. Defasado, a solução veio em 1985 com a chegada da refrigeração à água para o 1.600, resultando em 81 cv. 
Robusta e prática, a Saveiro herdava a mesma base do Gol e, nesse sentido, a diferença estava nos quase 30 cm extras no comprimento do utilitário (4,06 m), o que possibilitou levar até 570 kg de carga na caçamba de 870 litros. Na cabine, só o essencial, reforçando a sua vocação trabalhista.
O modelo possui uma caçamba de 870 L
Foto: L'Art
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No entanto, numa época em que as picapes compactas já saíam com suspensão traseira do tipo feixes de molas semielípticas, na Saveiro, o sistema era do tipo molas helicoidais. O conforto e a estabilidade eram superiores; todavia, a instalação vertical das torres da suspensão ‘roubava’ alguns litros da caçamba.
Em 1987, o comercial leve da VW acompanhava as mudanças visuais de Gol, Voyage e Parati e, assim, mudava também as versões: C, CL e GL. No entanto, o painel permanecia o mesmo, até a chegada da linha 1988, que trouxe também novos retrovisores, semelhantes aos da linha Santana e Quantum.
Novos motores
Na linha 1990, Saveiro contou com três motores: o conhecido AP 1600 (80 cv), famoso no mundo das preparações. Depois, o novo AE-1600 ou CHT Ford (73 cv), fruto da Autolatina, fusão entre as duas montadoras, e conhecido pela sua economia de combustível e, por fim, o AP-1800 (95 cv), voltado para o alto desempenho.
Na linha 1990, Saveiro contou com três motores: AP 1600 (80 cv), AE-1600 ou CHT Ford (73 cv) e o AP-1800 (95 cv).
Foto: L'Art
No ano seguinte, a linha adotou uma nova frente, conhecida popularmente como ‘chinesinha', seguindo o padrão dos outros membros da família BX. Foi nessa fase que a picapinha da VW ganhou a sua primeira versão esportiva, a Sunset, que é o foco desta matéria.
Prestes a se aposentar, essa primeira geração da Saveiro ainda teria outra série especial, a Summer. Esteticamente, havia rodas de liga leve de 14 polegadas, santantônio, faróis de neblina e acabamento exclusivo. Fora isso, vinha com painel satélite e a direção hidráulica, desprovidos na série Sunset.
Fora essa novidade, o último ‘suspiro’ veio com a era da injeção eletrônica – já multiponto – à Saveiro quadrada, uma época de ouro a um dos utilitários mais valorizados hoje em dia. O próximo capítulo viria com a Saveiro G2 “bolinha”, mas isso é um assunto para uma próxima pauta.
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		<date><![CDATA[18/04/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Kia Carnival híbrida chega para resolver uma das maiores críticas; veja preço]]></title>
		<description><![CDATA[        A Kia acaba de anunciar a chegada de importantes novidades mecânicas para a Carnival no Brasil. A partir de agora, a minivan passa a ser híbrida e troca o velho motor 3.5 V6 aspirado por um moderno conjunto do tipo HEV (híbrido pleno). A marca promete redução significativa de consumo, especialmente em trechos urbanos. A única versão disponível, EX, tem preço sugerido de R$ 684.990.
O conjunto HEV foi antecipado por Autoesporte desde 2025 e é formado pela associação de dois motores. O 1.6 turbo Gamma II, com quatro cilindros e injeção direta, entrega 180 cv de potência e 26,5 kgfm de torque apenas com gasolina. Já a máquina elétrica rende 75 cv e 30,4 kgm, sendo ligada à bateria de polímero de lítio-íon com tensão nominal de 270 volts e capacidade de 1.485 kWh.
Segundo a Kia, o sistema gera potência combinada de 245 cv a 5.500 rpm e torque de 37,4 kgm a 4.500 rpm. O câmbio é automático de seis marchas. Na comparação com o antigo motor 3.5 V6 de 272 cv, a Carnival híbrida perde 27 cv e passa a oferecer 2,3 kgfm a mais de torque.
A principal vantagem fica por conta do consumo, que melhorou em até 63%. De acordo com dados do Inmetro, a minivan híbrida faz 10,2 km/l na estrada e 11,9 km/l na cidade, sempre com gasolina. Na V6, as médias eram de 7,3 km/l e 9,9 km/l, respectivamente.
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Dimensões e equipamentos
Apesar da nova motorização, a Carnival continua a mesma nas dimensões. Ao todo, são, 5,15 metros de comprimento, 1,99 m de largura e 3,09 m de entre-eixos. Com apenas a primeira fileira de assentos em uso, a minivan tem porta-malas com capacidade para até 2.827 litros (padrão VDA). Já com todos os bancos em uso, são 627 litros disponíveis. 
Kia Carnival híbrida
Divulgação
Na lista de equipamentos, destaque para abertura do porta-malas com acionamento elétrico, portas traseiras deslizantes elétricas, oito airbags, rodas aro 19, quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas e central multimídia de iguais 12,3 polegadas com conexão via Apple CarPlay e Android Auto sem fio. A cabine continua acomodando até oito pessoas, com banco divididos em três fileiras.
Kia Carnival tem quadro de instrumentos e central multimídia com 12,3 polegadas cada
Divulgação
O pacote Adas é completo e oferece assistente para prevenção de colisão frontal com frenagem de emergência (incluindo detecção de veículos, pedestres, ciclistas e cruzamentos), assistente ativo para prevenção de colisão por ponto cego, monitor de ponto cego com visualização no painel digital de instrumentos, assistente de farol alto, piloto automático adaptativo, assistente de centralização e permanência na faixa de rodagem e câmeras de visão 360º.
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		<date><![CDATA[17/04/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[GWM lança bateria gigante que faz carros híbridos parecerem elétricos]]></title>
		<description><![CDATA[        A GWM, por meio de sua divisão Svolt, iniciou em Changzhou, na China, a produção em série da bateria Fortress 2.0, a maior do mundo destinada a veículos híbridos plug-in (PHEV). Com 80 kWh de capacidade, a novidade será adotada por uma série de modelos do grupo (especialmente SUVs) e representa uma forte ofensiva da empresa na corrida pela eletrificação híbrida de alta capacidade.
Na comparação com as baterias usadas atualmente nos PHEVs da marca, com até 59 kWh, a nova Fortress 2.0 representa um salto de 35,6% em capacidade e cerca de 6% em eficiência. A GWM afirma que usará o novo componente em SUVs grandes híbridos voltados para o off-road e modelos de alto luxo. Carros das marcas Tank, Haval e Wey são os mais cotados.
Hoje, o veículo híbrido plug-in da GWM com bateria de maior capacidade é o Tank 700 Hi4-Z, que possui um conjunto com 59 kWh. Na prática, entrega autonomia elétrica de até 190 km (ciclo CLTC) e potência de 870 cv (motor 2.0 turbo a gasolina ligado a dois elétricos). No Brasil, a maior bateria em uso por um PHEV é a do Wey 07, que possui 42,5 kWh e autonomia elétrica de 185 km no ciclo WLTP (128 km pelo Inmetro).
No caso da bateria Fortress 2.0, a GWM promete uma autonomia elétrica de até 400 km em condições ideais, fazendo com que os híbridos tenham alcance equivalente ao de muitos carros elétricos. O sistema conta ainda com uma arquitetura de carregamento de alta velocidade, com capacidade máxima de até 6C, permitindo recargas rápidas de apenas 10 minutos.
Nova bateria Fortress 2.0 da GWM
Reprodução/It-home
A nova bateria, como dito, será adotada principalmente por SUVS de grande porte. A GWM acredita que a autonomia elétrica está sendo cada vez mais usada pelos consumidores como critério competitivo dos PHEVs em relação aos elétricos. Além disso, muitos clientes têm priorizado a flexibilidade de abastecimento proporcionada pelos híbridos plug-in na comparação com modelos unicamente elétricos.
GWM Tank 700 é o PHEV com maior bateria da empresa
Cauê Lira/Autoesporte
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GWM no Brasil
A expectativa é de que a nova bateria também seja lançada em carros vendidos no Brasil, já que a GWM tem ambiciosos planos por aqui. A empresa vai investir R$ 10 bilhões no país até 2032 e, desde o ano passado, produz localmente os modelos Haval H6, Haval H9 e Poer P30. Todas as operações são concentradas na fábrica de Iracemápolis (SP), que foi adquirida da Mercedes-Benz em 2021.
Fábrica da GWM em Iracemápolis (SP)
Divulgação/GWM
Nos próximos anos, há planos para construção de uma segunda fábrica no país, neste caso localizada em Aracruz (ES). A nova unidade terá capacidade produtiva de até 200 mil veículos por ano, ou seja, quatro vezes mais do que em Iracemápolis.
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		<date><![CDATA[16/04/2026]]></date>
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