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	<title><![CDATA[g1 > Saúde]]></title>
	<description><![CDATA[As notícias sobre pesquisas e descobertas científicas, além de dicas de como viver bem e melhor.]]></description>
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		<title><![CDATA[Fibromialgia: Isabela Garcia relembra luta da mãe contra síndrome ao tratar do tema em novela]]></title>
		<description><![CDATA[        Isabela Garcia relembra luta da mãe contra fibromialgia ao tratar do tema em novela
Interpretar uma personagem com fibromialgia em "Quem ama cuida" fez Isabela Garcia revisitar uma experiência pessoal dolorosa. A atriz que acompanhou de perto a luta da mãe contra a síndrome, marcada por dores intensas, diagnósticos difíceis e impactos emocionais profundos.
Na trama, a personagem Elisa, mãe da protagonista, enfrenta semanas de sofrimento, com exames inconclusivos, até descobrir a causa dos sintomas. A história lembra a trajetória de muitos pacientes que convivem durante anos com dores sem explicação antes de receberem o diagnóstico correto.
"Minha mãe tinha fibromialgia. Ela sofria muito com muitas dores e achavam que era uma coisa, achavam que era outra. A pessoa passa por momentos difíceis de saúde, de dores absurdas, de altos e baixos. Isso mina o psicológico da pessoa", afirmou a atriz.
Isabela Garcia relembra luta da mãe contra fibromialgia ao tratar do tema em novela
Reprodução/TV Globo
Diagnóstico difícil
A experiência relatada por Isabela reflete uma realidade comum entre pacientes com fibromialgia. A síndrome é caracterizada por dores crônicas generalizadas, fadiga e alterações cognitivas, mas costuma não aparecer em exames laboratoriais ou de imagem, o que pode atrasar a identificação do problema.
Foi o que aconteceu com Daiana, que falou com o Fantástico. Antes de descobrir a doença, ela passou por consultas com ortopedistas, neurologistas e cardiologistas, além de realizar diversos exames que não apontaram alterações. O diagnóstico só veio depois de uma longa busca por respostas.
Segundo especialistas, a fibromialgia está associada a uma disfunção do sistema nervoso central que altera a forma como o cérebro processa a dor. Como consequência, estímulos que normalmente não causariam desconforto podem se tornar dolorosos.
Fibromialgia é uma síndrome que provoca dores crônicas e afeta a qualidade de vida de milhões de pessoas
Reprodução/TV Globo
Impacto além da dor
A doença também pode comprometer a vida profissional, social e familiar dos pacientes. Muitas pessoas relatam dificuldade para trabalhar, estudar e realizar tarefas simples do dia a dia. Em períodos de crise, atividades comuns podem se tornar impossíveis.
"A primeira coisa que a fibromialgia me tirou foi o sorriso, porque sorrir dói, incomoda", disse uma pessoa diagnosticada com a síndrome.
Grupos de apoio têm se tornado um espaço importante para troca de experiências e conscientização. Entre as principais reivindicações estão o combate ao preconceito e a ampliação do acesso a tratamentos especializados.
Dores de quem lida com a fibromialgia nem sempre são constantes
Reprodução/TV Globo
Uma dor que ninguém vê
Uma lei em vigor desde janeiro reconhece a fibromialgia como deficiência. Mas a aposentadoria por invalidez, o auxílio-doença e outros benefícios dependem de uma avaliação.
Cerca de 80% das pessoas diagnosticadas com fibromialgia são mulheres. Mas a medicina vê um viés de gênero nos dados: os homens são estimulados a suportar a convivência com as dores.
Em Niterói, região metropolitana do Rio, um grupo discute ações para informar a população sobre a síndrome. O objetivo é que as pessoas não tenham medo de serem julgadas.
"Não falamos em eliminar ou curar a fibromialgia porque ela é uma condição crônica. O que fazemos é reorganizar, ressignificar e reinventar formas de viver", afirma uma especialista.
Grupo discute ações para informar a população sobre a fibromialgia
Reprodução/TV Globo
O grupo enfrenta a dor para informar que a fibromialgia não é 'frescura' ou 'coisa da cabeça': ela tem uma base real, física, no corpo.
A iniciativa luta para que os principais remédios que aliviam a dor estejam disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). E que governos padronizem as perícias para definir se uma pessoa com a síndrome é capaz de trabalhar.
A busca por ajuda tem crescido: nos últimos cinco anos, o SUS fez mais de 2 milhões de atendimentos relacionados à fibromialgia. Hoje, são mais de seis mil profissionais dedicados só à dor crônica.
Não há tratamento que resolva a síndrome, mas todos podem tratar fibromiálgicos com gentileza. "A gente não fala sobre eliminar e curar a fibromialgia, porque ela está posta como uma condição crônica. Então, a gente reorganiza, ressignifica", contou a psicóloga.
Grupo discute ações para informar a população sobre a fibromialgia
Reprodução/TV Globo  ]]></description>
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		<date><![CDATA[09/09/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Anvisa aprova dois genéricos de liraglutida, usada em canetas para obesidade e diabetes]]></title>
		<description><![CDATA[        Freepik
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou dois novos registros de medicamentos genéricos à base de liraglutida, princípio ativo usado em canetas para o tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2.
As autorizações foram concedidas à farmacêutica brasileira EMS. Os produtos terão concentração de 6 mg/mL, em solução injetável de aplicação subcutânea.
Os dois registros estão vinculados a medicamentos que a própria EMS já comercializa: Olire, indicado para obesidade, e Lirux, voltado ao diabetes tipo 2. As duas canetas foram aprovadas pela Anvisa em dezembro de 2024 e começaram a chegar às farmácias em agosto de 2025.
A diferença agora é a categoria regulatória. Os produtos aprovados são genéricos e, por isso, serão vendidos pelo nome do princípio ativo — liraglutida —, sem uma marca comercial.
A autorização abre espaço para novas opções em um mercado que ganhou concorrentes nos últimos anos, impulsionado pela procura por medicamentos da classe dos agonistas de GLP-1. A aprovação, porém, não significa que as novas versões estarão imediatamente disponíveis nas farmácias. A EMS ainda precisa definir o lançamento e os preços de comercialização.
Como as canetas emagrecedoras impactam a economia global
Genérico para obesidade e outro para diabetes
Embora tenham o mesmo princípio ativo e a mesma concentração, os dois registros não correspondem ao mesmo tratamento.
Um deles está ligado ao processo do Olire, medicamento da EMS registrado para o tratamento da obesidade. O outro tem como matriz o Lirux, indicado para pessoas com diabetes tipo 2. Documentos anteriores da própria Anvisa identificam esses dois processos como os registros originais dos medicamentos da farmacêutica.
Isso acontece porque a mesma molécula pode ser usada em tratamentos diferentes, com esquemas de dose e indicações específicas aprovadas pela agência.
A liraglutida já está há anos no mercado brasileiro. Ela também é o princípio ativo do Saxenda, indicado para controle de peso, e do Victoza, usado no tratamento do diabetes tipo 2, ambos da Novo Nordisk.
Os novos registros incluem diferentes tamanhos de embalagem. Há apresentações com um, dois, três, cinco e até dez carpules de 3 mL, dependendo do produto. O carpule é o pequeno reservatório que contém o medicamento e é encaixado na caneta aplicadora.
Novo registro está vinculado a Olire, medicamento que a própria EMS já comercializa.
Divulgação/EMS
O que significa um ‘clone’
No documento publicado no Diário Oficial, os medicamentos aparecem como “genérico — registro de medicamento — clone”. O termo pode causar confusão, mas não significa que seja uma cópia informal ou um produto diferente do avaliado pela Anvisa.
“Clone” é o nome dado pela agência a um procedimento simplificado de registro. Ele pode ser usado quando o novo medicamento tem a mesma composição, fabricante, linha de produção e documentação técnica e clínica de outro produto que já passou pela análise completa da Anvisa, chamado de medicamento matriz.
As diferenças ficam restritas a aspectos como nome, rotulagem e informações legais da embalagem e da bula.
Neste caso, os processos usados como matriz são justamente os de Olire e Lirux.
Já a classificação como genérico estabelece outras exigências. Um genérico precisa ter o mesmo princípio ativo, concentração, forma farmacêutica, via de administração e indicação de seu medicamento de referência e demonstrar equivalência para que possa substituí-lo.
Valor ainda não é conhecido
A chegada de genéricos tende a aumentar a competição entre fabricantes, mas o registro publicado pela Anvisa não informa quanto as novas canetas vão custar.
No Brasil, os preços máximos dos medicamentos são regulados pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). A regra atual estabelece que o Preço Fábrica de um medicamento genérico enquadrado nessa categoria não pode ultrapassar 65% do valor autorizado para o medicamento de referência.
Isso não significa, porém, que o consumidor encontrará necessariamente uma diferença de 35% na farmácia. O preço final pode variar de acordo com impostos, descontos dos laboratórios e políticas comerciais das redes.
Hoje, a CMED define um teto para o preço que pode ser cobrado no varejo, mas farmácias podem vender abaixo desse limite.
A EMS já havia ampliado a competição nesse segmento ao lançar Olire e Lirux em 2025. Na época, a empresa anunciou preços sugeridos a partir de R$ 307,26 por caneta.
Como a liraglutida age no organismo
A liraglutida pertence ao grupo dos agonistas do receptor de GLP-1, mesma classe de medicamentos que inclui a semaglutida, presente em Ozempic e Wegovy. As moléculas, porém, são diferentes.
O GLP-1 é um hormônio produzido pelo intestino depois da alimentação e participa do controle da glicose e do apetite. Medicamentos como a liraglutida imitam parte dessa ação.
No tratamento do diabetes, a substância ajuda o organismo a liberar insulina quando a glicose está elevada e contribui para o controle do açúcar no sangue.
Ela também atua em regiões do cérebro relacionadas à fome e à saciedade e retarda o esvaziamento do estômago. Essa combinação reduz a ingestão de alimentos e ajuda no controle do peso.
Uma diferença em relação a algumas das canetas mais recentes é a frequência de aplicação. A liraglutida é administrada diariamente, enquanto medicamentos à base de semaglutida e tirzepatida têm apresentações de uso semanal.
Venda exige receita retida na farmácia
Apesar de serem frequentemente chamadas de “canetas emagrecedoras”, as diferentes moléculas dessa classe não têm as mesmas indicações, doses ou resultados e não devem ser usadas como se fossem equivalentes entre si.
Desde 2025, medicamentos agonistas de GLP-1 só podem ser vendidos no Brasil mediante apresentação de receita médica, que fica retida na farmácia. A mudança foi adotada pela Anvisa diante do aumento do uso desses produtos sem acompanhamento adequado.
Em fevereiro deste ano, a agência voltou a alertar para riscos relacionados ao uso indevido da classe, entre eles a pancreatite aguda, uma inflamação do pâncreas que já aparece entre as possíveis reações adversas descritas nas bulas.
Com os novos registros, a liraglutida passa a ganhar mais uma frente de concorrência no país. O impacto para quem usa esses medicamentos, porém, dependerá agora de duas informações que ainda não aparecem na decisão da Anvisa: quando os genéricos chegarão às farmácias e por quanto serão vendidos.  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[08/09/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Caneta de semaglutida Semavy começa a ser vendida a R$ 333]]></title>
		<description><![CDATA[        Semavy começa a ser vendido a R$ 333
Divulgação
Mais uma marca de semaglutida chega às farmácias brasileiras nesta sexta-feira (4): a Semavy, produzida pela Mantecorp, que vai custar R$ 333 a caneta injetável de 1 mg. O valor vale para a caneta comprada para três meses de tratamento. 
O registro foi concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 29 de julho, junto com outras quatro marcas — Zempneo, Orsema, Seemasun e Owozy.
A semaglutida é a substância usada no controle do diabetes tipo 2 e, em doses mais altas, na perda de peso. Até o início deste ano, o Ozempic, da Novo Nordisk, era a única versão disponível no país. Esse cenário mudou depois que a patente da molécula caiu, em março, abrindo caminho para a entrada de concorrentes.
g1 em 1 Minuto: Anvisa aprova primeira caneta de semaglutida genérica do país
No caso da Semavy, a caneta é uma opção sintética. Ela é obtida por síntese química, técnica que monta a molécula a partir de reações em laboratório, sem depender de organismos vivos. O resultado final tem a mesma estrutura da semaglutida original, mas o processo produtivo é mais simples de escalar — o que tende a baixar o custo de fabricação e, por consequência, o preço ao consumidor.
Essa não é uma característica exclusiva da Semavy. O Ozivy, primeira versão nacional aprovada pela Anvisa, em maio, também é produzido por síntese química. 
A tendência é que as próximas marcas a chegar ao mercado sigam o mesmo modelo. Isso porque nesse formato é possível pedir a licença da versão genérica do medicamento, como a EMS já fez e já teve licença para o Ozivy.  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[04/09/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/8L8FpbNvg8K0Y2ol3rCjiCq-9zw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/W/x/P6Y39PSAin3fEvABwMow/7d17e9cb-0915-41e4-841d-71f0852bad22.png]]></linkfoto>
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