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	<title><![CDATA[g1 > Saúde]]></title>
	<description><![CDATA[As notícias sobre pesquisas e descobertas científicas, além de dicas de como viver bem e melhor.]]></description>
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		<title><![CDATA[Por que dominar 'agachamento asiático' é fundamental para a saúde]]></title>
		<description><![CDATA[        Conhecido como agachamento asiático, esse agachamento profundo costuma ser usado como posição de descanso em várias regiões da Ásia, da Europa e da África
Getty Images / BBC
Na China, no Japão e em grande parte da Ásia, ficar de cócoras faz parte do dia a dia. 
Muitas pessoas descansam nessa posição de agachamento profundo com naturalidade, mantendo os calcanhares apoiados no chão enquanto esperam o trem, conversam com amigos ou até fazem uma refeição.
Alguns vídeos de turistas tentando imitar esse tipo de agachamento se tornaram populares nas redes sociais. Muitas pessoas perdem o equilíbrio, caem para trás, tombam para os lados ou precisam se apoiar em uma parede para não cair.
Especialistas em movimento corporal afirmam que o interesse por essa posição está ligado a uma questão maior: a importância de preservar a mobilidade à medida que envelhecemos.
Então, por que algumas pessoas conseguem se agachar com facilidade enquanto outras têm dificuldade até para se manter em pé nessa posição?
Agora no g1
Quais são os benefícios do agachamento asiático?
O agachamento é considerado um dos movimentos mais fundamentais do corpo humano.
"Você praticamente não consegue passar o dia sem fazer algum tipo de agachamento", diz Christopher Powers, professor da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, que pesquisa como os padrões de movimento influenciam lesões nos joelhos. 
"É o que acontece quando você senta em uma cadeira, sai do carro, usa o banheiro ou se abaixa para pegar algo no chão."
Muitas pessoas conhecem o agachamento tradicional, comum em academias. Nele, a pessoa flexiona os joelhos e abaixa o corpo como se fosse se sentar, até que as coxas fiquem paralelas ao chão.
O chamado agachamento asiático, também conhecido como agachamento profundo ou completo, é diferente. Nele, a pessoa se abaixa até dobrar totalmente os joelhos, mantendo-os voltados para fora, com os pés afastados, o tronco ereto e a parte de trás das coxas apoiada sobre as panturrilhas.
Matt Hsu, treinador americano de origem asiática e fundador da Upright Health, empresa especializada em mobilidade, força e condicionamento físico, publicou vídeos sobre o agachamento asiático que acumularam milhões de visualizações nas redes sociais. Apesar da popularidade do tema, ele afirma que o próprio nome pode ser enganoso.
"Você encontra africanos dizendo que esse agachamento é deles. Pessoas de países eslavos ou do Leste Europeu também dizem: 'Esse é o nosso agachamento'. Na verdade, esse agachamento pertence a todo mundo", afirma Hsu.
Segundo os fisioterapeutas, o agachamento profundo exige maior mobilidade dos quadris, joelhos e tornozelos. Além disso, mobiliza mais partes do corpo do que o agachamento convencional.
Estudos indicam que esse alongamento mais amplo pode ajudar a aumentar a mobilidade e a flexibilidade, reduzir dores nas costas e preservar a independência funcional ao longo da vida.
O agachamento profundo é um movimento natural para a maioria das crianças, embora muitas pessoas percam essa capacidade gradualmente ao longo da vida
Getty Images / BBC
As crianças costumam conseguir adotar essa posição naturalmente, com pouco esforço. 
Isso ocorre em parte porque têm maior mobilidade articular e proporções corporais diferentes das dos adultos.
Mas as mudanças anatômicas não são a única razão pela qual tantas pessoas perdem a capacidade de fazer um agachamento profundo ao longo da vida.
Estilos de vida centrados em ficar sentado, com o uso de cadeiras e vasos sanitários elevados, fazem com que muitos adultos raramente precisem se agachar profundamente no dia a dia. Com o tempo, isso contribui para a perda de mobilidade e força. 
"Se você não usa, acaba perdendo", afirma Powers, da Universidade do Sul da Califórnia.
Por que pessoas asiáticas têm mais facilidade para fazer o agachamento profundo?
Matt Hsu teve de recuperar capacidade de agachamento após sofrer lesões
Matt Hsu
Essas mudanças de estilo de vida são menos disseminadas em partes da Ásia, como o Japão, onde atividades cotidianas, como ir a restaurantes, ainda envolvem se agachar. 
"Você ainda precisa entrar, tirar os sapatos, se agachar até o tatame e então sentar para fazer a refeição", afirma Hsu, da Upright Health.
Outras atividades ainda mais básicas também dependem dessa força nos quadris e nas pernas. 
"Em algumas partes da Ásia, ainda existem vasos sanitários em que é preciso ficar agachado. Se você usa esse tipo de banheiro todos os dias, dificilmente vai perder essa capacidade", acrescenta Hsu.
Durante a entrevista de 40 minutos concedida à BBC, Hsu passou longos períodos na posição de agachamento profundo, fazendo apenas breves pausas.
Segundo ele, a importância de movimentos como esse ficou evidente por causa da experiência de sua própria família. 
"Meu pai sofreu uma queda e precisou que uma ambulância fosse chamada para ajudá-lo a se levantar da calçada, porque ele já não conseguia se erguer sozinho", conta.
Apesar de sua ascendência asiática, Hsu diz que perdeu a capacidade de fazer o agachamento profundo quando estava na casa dos 20 anos. Isso aconteceu após passar longos períodos sentado durante a recuperação de lesões esportivas.
"Lembro que nem conseguia tocar os tornozelos de tão rígido que meu corpo estava", afirma.
Hsu precisou treinar novamente para recuperar o movimento e diz que a capacidade de fazer um agachamento profundo pode ser aprendida, como qualquer outra habilidade física.
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Como fazer o agachamento profundo
Para quem quer aprender a fazer o agachamento profundo, Hsu alerta que é importante não forçar o corpo além do que ele consegue fazer.
"Você não deve tentar descer de uma vez até o chão, porque provavelmente vai acabar se machucando", afirma.
Em vez disso, Hsu recomenda avançar aos poucos, usando móveis como uma cadeira ou bancada para apoio e descendo apenas até onde se sentir confortável. 
"Se você fizer isso algumas vezes por dia, durante algumas semanas, vai perceber uma mudança. Vai pensar: 'Agora me sinto seguro. Consigo descer um pouco mais'."
Fisioterapeutas alertam que agachamento não é indicado para todo mundo
Getty Images / BBC
A questão de reaprender o agachamento profundo, no entanto, se torna mais complexa com o envelhecimento.
"À medida que envelhecemos, perdemos mobilidade nas articulações, na coluna, nos quadris e, especialmente, nos tornozelos", diz Powers, da Universidade do Sul da Califórnia. "Isso limita ainda mais nossa capacidade de fazer esse tipo de agachamento."
Pesquisadores afirmam que agachamentos em qualquer profundidade trazem benefícios. 
Mas Powers alerta contra a ideia de que o agachamento profundo deva ser um objetivo universal, especialmente para pessoas que já sofrem de dores nos joelhos, quadris ou costas.
Em ambientes clínicos, os exercícios de agachamento costumam ser adaptados de acordo com o tipo físico, histórico médico, lesões e objetivos de cada paciente. 
"Todo mundo diz que existe uma forma ideal de fazer o movimento, mas não é assim que funciona", afirma Powers. "Cada pessoa é diferente."
Pessoas com fêmures mais longos, mobilidade limitada dos tornozelos ou formatos diferentes de quadril podem ter mais dificuldade para manter o equilíbrio e atingir maior profundidade no agachamento, independentemente da condição física.
Para alguns fisioterapeutas, a questão mais importante não é conseguir ficar com os quadris a poucos centímetros do chão, mas preservar a capacidade de se movimentar de forma independente ao longo da vida.
Até o momento, não existem estudos que confirmem os efeitos ou benefícios de longo prazo do agachamento profundo praticado diariamente por períodos prolongados.
Hsu afirma que seu objetivo não é alcançar a perfeição, mas recuperar um movimento que o estilo de vida moderno pode ter feito as pessoas perderem gradualmente. 
"Pela minha própria experiência, posso dizer que é fundamental ser capaz de controlar o próprio corpo, levantar-se e simplesmente lidar com a gravidade."
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		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[15/06/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/tvzuqJd-k_QFokAC5tr9wzPQMbg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/k/l/DKPXZpQ3SDRUnJTIRcNg/agachamento-asiatico.jpeg]]></linkfoto>
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		<title><![CDATA[Música ajuda pessoas com demência a recuperar vínculos e participação social em Nova York]]></title>
		<description><![CDATA[        Participantes vivenciam o “Lincoln Center Moments”, criado especificamente para pessoas com demência e seus cuidadores, no Lincoln Center, em Nova York
ANGELA WEISS / AFP
No início dos seus 60 anos, Rob Kaufman sofreu uma emergência médica que o fez desmaiar e bater a cabeça em um piso de madeira, resultando em uma lesão cerebral traumática.
Ele foi colocado em coma induzido, contou sua esposa Ellen à AFP, e permaneceu na unidade de terapia intensiva por cerca de um mês. Em seguida, passou por nove semanas de extensa reabilitação, incluindo terapia da fala, e hoje apresenta perda significativa de memória de curto prazo.
A musicoterapia se mostrou inestimável na reabilitação do ex-músico de estúdio, que afirma ter tocado com nomes como Jimi Hendrix.
Hoje, os Kaufman frequentam regularmente um programa de concertos em Manhattan voltado para pessoas que apresentam sintomas de demência.
Agora no g1
Recentemente, o casal participou de uma apresentação comemorativa do décimo aniversário do programa, que contou com a participação do Quarteto de Cordas Calidore.
Os músicos encerraram a temporada de primavera diante de uma plateia lotada de cerca de 100 pessoas.
Uma espectadora fechou os olhos e simulou reger a orquestra enquanto os artistas tocavam Mozart, enquanto outra batucava no braço de sua cuidadora como se estivesse tocando teclas de piano.
O Lincoln Center, famoso complexo artístico localizado no Upper West Side de Nova York, iniciou a série por causa de uma necessidade, disse Miranda Hoffner, diretora de acessibilidade da instituição.
"Estávamos ouvindo cada vez mais de nossos assinantes da Filarmônica e da Sociedade de Música de Câmara que eles não estavam renovando suas assinaturas por causa da demência, já que seus familiares haviam sido afetados", disse ela à AFP.
"Era um público que realmente nos apoiava havia, em alguns casos, décadas", continuou.
"Sentimos a responsabilidade de preencher essa lacuna."
Envelhecimento da população 
Demência é um termo abrangente para sintomas debilitantes que podem resultar em perda de memória e prejudicar os movimentos e a vida cotidiana.
A doença de Alzheimer responde pela maioria dos casos, mas uma variedade de fatores de risco e condições pode desencadeá-la.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, em 2021 cerca de 57 milhões de pessoas viviam com demência no mundo, com aproximadamente 10 milhões de novos casos a cada ano. A condição é progressiva e não tem cura.
Os casos estão aumentando em parte porque a geração dos Baby Boomers - pessoas nascidas durante o aumento populacional após a Segunda Guerra Mundial - alcançou a terceira idade e, em geral, está vivendo mais do que as gerações anteriores.
Isso significa que essas pessoas estão experimentando mais doenças crônicas e problemas de saúde que podem acompanhar a velhice.
Entre eles está a demência, disse Emily Finkelstein, especialista em geriatria do centro médico NewYork-Presbyterian.
E, especialmente nos Estados Unidos - com seu sistema de saúde caro e complexo - faltam estruturas sociais mais amplas para cuidar dessa crescente população de pessoas com demência, afirmou a médica à AFP.
"É um problema enorme", declarou.
Finkelstein apontou para a ampla quantidade de dados que comprovam o valor das terapias por meio da arte, da música e da dança para pessoas com comprometimento cognitivo.
Mas, nos Estados Unidos, esses programas são localizados e, para muitas pessoas, de difícil acesso.
"Não temos um programa nacional de saúde. É muito mais complicado estruturar e expandir esse tipo de programa, embora saibamos que eles são benéficos", afirmou Finkelstein.
Envelhecer em casa 
No Lincoln Center, a programação voltada para pessoas com demência e seus cuidadores é gratuita.
Uma organização sem fins lucrativos de apoio a cuidadores de pacientes com Alzheimer treinou os funcionários sobre a melhor forma de acolher o público e desenvolver apresentações acessíveis realizadas por artistas de nível internacional.
"Você verá pessoas de mãos dadas, verá pessoas batendo o pé no ritmo, verá pessoas participando vocalmente da música", disse Hoffner.
Os concertos são menos formais e mais descontraídos do que as apresentações tradicionais de música clássica e são seguidos por oficinas conduzidas por musicoterapeutas e educadores artísticos para estimular a participação e o envolvimento criativo dos participantes.
Hoffner disse que parte do objetivo é oferecer recursos para que os idosos possam "envelhecer em casa" apesar de viverem em uma cidade notoriamente caótica.
Para Rob Kaufman, hoje com 73 anos e ex-professor de matemática e ciências, os concertos proporcionaram uma forma de, como diz sua esposa, "sair da própria concha".
"Todos nós somos diferentes de quase todas as outras pessoas lá fora, então, quando estamos em uma comunidade como esta, podemos ser diferentes, e todos aceitam isso", disse ele.
Ellen Kaufman afirmou que, quando começou a lidar com a nova realidade do marido, havia menos programas disponíveis.
"Significa muito para nós ter isso", disse ela. "Para todos aqui, não é fácil. Vejo o que meus amigos estão enfrentando. Eles estão vendo seus maridos mudarem."
"Mas eles fazem isso junto com eles - saem com eles e fazem parte disso."  ]]></description>
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		<date><![CDATA[15/06/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/P1l-r_91UgoDthK3IScNyYkfPkI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/7/P/fomaxUTn2AFw19uhhmlQ/afp-20260615-b6247t8-v1-highres-newyorkconcertsvietoaccomodategrowingpopulation.jpg]]></linkfoto>
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		<title><![CDATA[De Neymar a Wesley: entenda as lesões que tiraram os jogadores do Brasil da Copa do Mundo 2026]]></title>
		<description><![CDATA[        Os jogadores da seleção brasileira de Carlo Ancelotti que estão lesionados.
Montagem g1
A estreia do Brasil contra o Marrocos pela Copa do Mundo 2026 acontece neste sábado (13). A seleção brasileira chega para a partida com diversos desfalques em relação ao que poderia ser o time ideal de Carlo Ancelotti. Ao todo, cinco jogadores estão fora: Neymar, Wesley, Rodrygo, Éder Militão e Estevão.
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As lesões são variadas, desde o rompimento do ligamento do joelho até a ruptura de músculos.
Entenda a seguir todos os desfalques do Brasil para o Mundial.
Neymar Jr. 
O camisa 10 sofreu uma lesão de grau 2 na panturrilha em uma partida pelo Santos no Campeonato Brasileiro. 
🦵🏻 O que é uma lesão muscular? Os músculos do corpo humano são formados por milhares de fibras que funcionam como pequenos cabos elásticos. Quando a carga aplicada no músculo ultrapassa a capacidade que ele consegue suportar, algumas dessas fibras acabam se rompendo, levando a uma lesão muscular.
No problema na panturrilha de Neymar, ocorreu uma ruptura parcial das fibras musculares, o que causa dor moderada e perda parcial de força e função.
Níveis de lesão muscular.
Arte/g1
Wesley
Cortado após a última partida da seleção, Wesley sofreu uma lesão grau três no músculo adutor da coxa esquerda, ou seja, houve o compimento completo do músculo. Assim, o lateral direito da Roma precisa de mais de 8 semanas de recuperação — tempo que o jogador não tem.
A lesão de Wesley é do mesmo tipo de Neymar. No entanto, no caso do atacante, o jogador já vinha em processo de recuperação há mais tempo.
Isso faz diferença: quanto antes o tratamento começa, maiores as chances de o atleta estar disponível até o início do torneio.
Rodrygo
O primeiro corte entre os titulares de Carlo Ancelotti, Rodrygo Goes teve a pior lesão entre os jogadores. 
Em março deste ano, o ponta do Real Madrid rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho direito (LCA) e do menisco.
O rompimento do LCA é um dos mais graves para um jogador de futebol, com tempo de recuperação variando, em média, entre 6 e 12 meses.
Estevão
Faltando pouco mais de um mês para a Copa, Estevão sofreu uma ruptura completa do músculo posterior da coxa direita.
De acordo com os especialistas, uma lesão como a do ponta direita do Chelsea desencadeia uma reação inflamatória no corpo. Nesse cenário, os principais sintomas de que se trata de uma lesão grau 4 são:
Sangramento local e interno
Inchaço
Dor
Perda de força muscular
O tratamento neste caso pode variar de oito a doze semanas. Em caso de cirurgia, o tempo de retorno pode ser superior a 4 meses.
🩼 Por que grau 4? A numeração das lesões musculares não é padronizada. Em algumas classificações, a ruptura completa é considerada grau 3; em outras, grau 4. Em ambos os casos, trata-se de uma lesão grave.
Lesão grau 4: entenda problema que pode deixar Estêvão fora da Copa
Estêvão comemora gol do Brasil sobre a Tunísia amistoso internacional 2025 Fifa
FRANCK FIFE / AFP
Éder Militão
Por fim, no caso de Éder Militão, aconteceu a reincidência de um problema já recorrente no atleta: lesão no bíceps femoral.
A lesão no bíceps femoral acontece quando há um estiramento ou ruptura do músculo localizado na parte de trás da coxa. Segundo os especialistas, esse tipo de lesão ocorre, principalmente, por conta de um desequilíbrio muscular.
Bíceps femoral da coxa
Arte/g1
Segundo especialistas, o caso do zagueiro do Real Madrid pode causar: 
Dor súbita e intensa na parte posterior da coxa, muitas vezes descrita como uma fisgada
Dificuldade para correr, acelerar ou até caminhar normalmente
Hematoma e rigidez no local da lesão
O bíceps femoral funciona como um freio da perna, principalmente durante a corrida, controlando a extensão do joelho. Quando ocorre a lesão, o controle se perde.  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[13/06/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/416WEOvkEd4KWVahmocejoFzYT4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/h/B/a8ng0BSIGY5FiKY0Qd4g/meow-meow-meow-meow-3-.jpg]]></linkfoto>
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