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	<title><![CDATA[g1 > Saúde]]></title>
	<description><![CDATA[As notícias sobre pesquisas e descobertas científicas, além de dicas de como viver bem e melhor.]]></description>
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		<title><![CDATA[Na Suécia, gravidez independente é apoiada pelo governo ]]></title>
		<description><![CDATA[        Na Suécia, gravidez independente é apoiada pelo governo
Na Suécia, a gravidez independente é apoiada pelo governo. É o caso de Hanna, que decidiu ser mãe por meio da doação de sêmen. 
"Cheguei à conclusão de que ter um filho era mais importante para mim do que ter um parceiro de vida", conta ela.  
Hanna sempre quis ser mãe e durante anos esteve à procura de um parceiro. Até que decidiu se tornar mãe por meio da doação de sêmen. 
"É claro que eu quero um parceiro de vida, mas vejo isso como um bônus. Mas ter um filho… uma vida sem um filho parecia vazia para mim", afirma.  
Na Suécia, mulheres solteiras têm acesso à doação de sêmen por meio do sistema público de saúde. 
Hanna diz que será honesta com o filho sobre como ele foi concebido. Mesmo que, mais tarde, ele pergunte por que teve que crescer sem um pai.   
"O que eu vou dizer a ele é: ‘se eu não tivesse escolhido fazer isso, então você não existiria. Poderia existir outra criança, mas não seria você’", afirma.  
Hanna reconhece as dificuldades de construir uma família sozinha, mas está convencida de que o filho terá tudo de que precisa.  
"Uma criança precisa de pessoas em sua vida que a façam se sentir amada incondicionalmente, com as quais ela se sinta segura. Mas isso não precisa ser com um pai biológico", diz. 
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Na Suécia, gravidez independente é apoiada pelo governo
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		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[18/04/2026]]></date>
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		<title><![CDATA['Chinamaxxing': moda de beber água quente de manhã realmente faz bem à saúde?]]></title>
		<description><![CDATA[        Beber água quente é mais um hábito centenário que viralizou recentemente nas redes sociais
Getty Images
"Apareceu no feed das minhas redes sociais e fiquei simplesmente vendo um vídeo após o outro... até que pensei, por que não tentar?", diz a jovem Maryam Khan, de 21 anos.
Não se trata de nenhum penoso cronograma de exercícios, nem de um elixir caro para tratamento da pele. A tendência que Khan e muitas outras pessoas estão seguindo é simplesmente beber água quente pela manhã.
Sistemas holísticos como a medicina tradicional chinesa e o ayurveda, originário da Índia, promovem os benefícios de beber água quente para a saúde há milhares de anos. Mas esta prática antiga atingiu um novo público global, depois de se difundir pelas redes sociais no início deste ano.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Vídeos no TikTok e no Instagram, marcados com as expressões em inglês "newly Chinese" e "Chinamaxxing", receberam milhões de visualizações. Eles apresentam principalmente jovens bebendo água morna, tomando cafés da manhã mornos e começando seu dia com alongamentos.
Mas esses hábitos simples podem realmente melhorar nossa saúde?
Conservar o 'Qi'
Um dos pontos centrais da medicina tradicional, praticada por milhões de pessoas na China, é que a energia, ou Qi (氣), circula através do corpo e as doenças ocorrem quando este fluxo sofre bloqueios ou desequilíbrios.
Seus proponentes acreditam que beber água morna (a 40-60 °C, para evitar queimaduras da boca ou da garganta) promove e conserva o Qi, melhorando a saúde e aumentando a longevidade.
"Pense nisso como uma casa", explica o pesquisador da medicina tradicional chinesa Shun Au (歐舜英).
Segundo o sistema de saúde holístico, comer alimentos frios age como uma corrente de ar atravessando a casa, afirma o professor.
Esta teoria serve de base para outras orientações da medicina tradicional chinesa, como usar chinelos mornos em casa e começar o dia com uma refeição quente.
Uma rotina matinal tradicional pode oferecer um momento de consciência em um dia atribulado, afirma Maryam Khan
Maryam Khan
Estes hábitos foram a porta de entrada para a adoção da medicina tradicional chinesa por Khan, assistente de arquitetura que mora atualmente em Londres, depois de observar a tendência no TikTok.
Ela conta que sente benefícios ao começar seu dia com a prática do Tai Chi Chuan, que combina movimentos lentos e fluidos, respiração profunda e meditação, e substituindo seu café habitual por água morna.
"Com a cafeína logo ao acordar, não percebi que me sentia um tanto enjoada em seguida", ela conta. "Comecei a tomar água quente, às vezes com menta, limão... e me senti mais renovada."
Por que as pessoas estão recorrendo à medicina tradicional?
O interesse das gerações mais jovens na internet pelo estilo de vida tradicional chinês reflete uma tendência social em crescimento, segundo Shyama Kuruvilla, diretora em exercício do centro de medicina tradicional global da Organização Mundial da Saúde (OMS).
"Mesmo na Europa, existem estudos populacionais", explica ela.
"Um estudo na Alemanha demonstra que 70% da população ou mais usam alguma forma de medicina integrativa complementar tradicional. E, em alguns países — a China, a Índia —, talvez mais de 90%."
Alguns dos seus proponentes não confiam na medicina moderna, uma mentalidade que pode ter sido amplificada pela pandemia de covid-19.
Um estudo realizado nos Estados Unidos indica que a confiança nos médicos e hospitais caiu de mais de 70% em 2020 para cerca de 40% em 2024, entre as pessoas pesquisadas.
Outras pessoas podem não ter acesso à medicina biomédica ou usar a medicina tradicional como uma alternativa mais barata.
E alguns são atraídos pela medicina tradicional porque ela oferece uma abordagem holística e personalizada. Hábitos como beber água morna podem ser um ponto de entrada para sistemas de saúde que promovem o equilíbrio entre a mente, o corpo e o ambiente.
Estes sistemas também têm significado cultural, espiritual e histórico profundamente enraizado para muitas pessoas.
"Muitos praticantes da medicina tradicional e comunidades indígenas diriam 'usamos isso há milênios... vimos que ajuda as pessoas'", afirma Kuruvilla.
O centro de medicina tradicional global da OMS avalia as evidências existentes, para fornecer orientações aos pacientes e legisladores. É uma tarefa gigantesca, já que, atualmente, menos de 1% do financiamento dedicado às pesquisas de saúde globais é gasto com a medicina tradicional, segundo ela.
"Existe enorme necessidade de aumentar a base de evidências", destaca Kuruvilla.
A especialista da OMS orienta que, antes de experimentar a medicina tradicional, os pacientes devem conversar com seu prestador de assistência médica para confirmar se é seguro no contexto da sua assistência atual.
Mas, e sobre beber água quente, especificamente?
A OMS não tem uma orientação específica, mas Kuruvilla afirma que depende da temperatura da água, da quantidade que você bebe e das suas condições de saúde.
"É tudo questão... de evidências e equilíbrio", destaca ela.
O que diz a ciência?
Beber água morna ao acordar pode oferecer alguns benefícios, segundo a clínica geral Rosy Brooks, especialista em longevidade.
"Existe algum benefício marginal para a digestão e ajuda a evitar a prisão de ventre", destaca ela.
Algumas poucas evidências indicam que a água morna pode ajudar a aliviar espasmos do esôfago, o tubo que conecta a garganta ao estômago, explica Brooks.
"Mas, de qualquer forma, beber água, quente ou fria, é benéfico para a hidratação", prossegue ela.
"Também não há evidências de que a água fria prejudique a saúde", afirma a clínica geral Selina Gray, médica de estilo de vida da clínica privada britânica Dr. Helen Medical.
Ela destaca que, apesar de algumas afirmações veiculadas nas redes sociais, não há evidências de que beber água morna possa queimar gorduras, promover o metabolismo ou "desintoxicar" o corpo.
"Se uma pessoa prefere água morna e o vídeo a incentiva a beber mais, é ótimo, mas não é um atalho metabólico", explica a médica.
Gray foi criada em Singapura, em meio à medicina tradicional chinesa. "Ainda consigo ouvir minha mãe me dizendo para beber água quente para esquentar por dentro", ela conta.
"Estas tradições oferecem rotinas que parecem naturais, mais acessíveis e significativas do ponto de vista cultural."
Oportunidade para reduzir a velocidade
As evidências sobre beber água quente são poucas, mas pesquisas indicam que outras práticas tradicionais podem ser benéficas.
O desjejum quente, preparado com ingredientes integrais, pode muito bem ser nutricionalmente mais completo que uma tigela fria de cereal, por exemplo.
Da mesma forma, embora não haja evidências de que ter os pés frios possa causar doenças, permanecer quente e confortável pode nos ajudar a relaxar e dormir melhor.
A manutenção do 'Qi', ou energia, é um conceito central da medicina tradicional chinesa
Prof. Shun Au
E estudos modestos, mas de boa qualidade, concluíram que os exercícios tradicionais chineses do Tai Chi Chuan e Qigong podem aumentar a resistência, a mobilidade e reduzir o estresse.
"Muitas vezes, no nosso dia a dia, a nossa mente está correndo", segundo o especialista em medicina chinesa Shun Au. "Nosso corpo e nossa mente estão em dois lugares diferentes."
"Toda a noção de meditação, Qigong e Tai Chi é reduzir essa velocidade."
Brooks não acredita que beber água morna traga grandes benefícios à saúde, mas reconhece que pode ser psicologicamente útil.
"É meio que uma rotina", segundo ela. "E oferece um tempo para você, o que muitas vezes esquecemos no nosso mundo atribulado."
Khan afirma que sentiu repercussões positivas para sua saúde mental e que beber água quente pela manhã traz um momento para ela própria.
"Vejo como uma oportunidade de reduzir a velocidade, absorver tudo e começar meu dia com propósito."
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		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[12/04/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Café da manhã, sono e exercício ajudam a 'destravar' a mente e lidar melhor com o estresse, aponta estudo]]></title>
		<description><![CDATA[        Café da manhã, sono e exercício ajudam a “destravar” a mente e lidar melhor com o estresse, aponta estudo
Adobe Stock
Adotar hábitos simples do dia a dia, como comer bem pela manhã, dormir o suficiente e se exercitar regularmente, pode ser a chave para enfrentar situações estressantes com mais equilíbrio. 
Essa é a conclusão de um novo estudo da Universidade de Binghamton, que associa esses comportamentos ao desenvolvimento da chamada flexibilidade psicológica, uma habilidade essencial para lidar melhor com desafios.
A flexibilidade psicológica é a capacidade de adaptar pensamentos, emoções e comportamentos diante de situações em constante mudança de forma equilibrada e construtiva. Na prática, significa não ficar travado diante do estresse.
Segundo a pesquisadora Lina Begdache, pessoas com essa habilidade conseguem se distanciar emocionalmente de situações difíceis, processar o que estão sentindo e reagir de maneira mais adequada.
Um exemplo é alguém que perde um voo: em vez de entrar em pânico, essa pessoa consegue manter a calma, entender o problema e buscar alternativas, mesmo ainda se sentindo estressada.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
🥗 Hábitos simples que fortalecem a mente
O estudo foi realizado com cerca de 400 estudantes universitários e investigou a relação entre alimentação, sono, exercícios físicos e saúde mental.
Os resultados mostram que práticas cotidianas podem influenciar diretamente a flexibilidade psicológica e, consequentemente, a resiliência:
Café da manhã frequente: consumir a refeição cinco ou mais vezes por semana está associado a maior resiliência, mediada pela flexibilidade psicológica. 
Sono adequado: dormir menos de seis horas por noite está ligado a menor flexibilidade e menor capacidade de lidar com o estresse.
Exercício físico: praticar atividades por pelo menos 20 minutos por dia está associado a melhorias nessa habilidade. 
Óleo de peixe: o consumo frequente também pode contribuir para a flexibilidade psicológica. 
⚠️ Maus hábitos têm efeito contrário
O estudo também aponta que a baixa flexibilidade psicológica — caracterizada por rigidez no pensamento e dificuldade de adaptação — está associada a comportamentos menos saudáveis. Entre eles estão:
Falta de sono. 
Consumo frequente de fast-food. 
Esses fatores podem dificultar a capacidade de lidar com emoções e situações estressantes.
🔄 Como a mente processa o estresse
De acordo com Begdache, a flexibilidade psicológica funciona como um “passo para trás” diante do estresse.
Em vez de se sentir completamente dominada pela situação, a pessoa consegue identificar o que está sentindo e por quê. Esse processo ajuda a encontrar caminhos para lidar melhor com as emoções.
🔍 O elo entre estilo de vida e resiliência
Pesquisas anteriores já indicavam que uma alimentação de melhor qualidade está associada a maior resiliência. No entanto, o novo estudo acrescenta a flexibilidade psicológica como elemento central.
Segundo os autores, não é apenas a dieta ou o estilo de vida que tornam alguém resiliente. Esses fatores atuam ao desenvolver a flexibilidade psicológica. E é essa habilidade que, de fato, fortalece a capacidade de enfrentar o estresse.
O estudo “Fatores dietéticos e de estilo de vida e resiliência: o papel da flexibilidade psicológica como mediadora” foi publicado no Journal of American College Health.
Como o café da manhã influencia no funcionamento do cérebro e no humor ao longo do dia
O médico nutrólogo Durval Ribas Filho destaca que o café da manhã ajuda o organismo a sair do jejum noturno e pode favorecer um início de dia com mais energia, mais estabilidade de glicemia e melhor disposição mental. 
Os estudos mostram que, em adultos, ele pode trazer um benefício pequeno, mas consistente, principalmente para a memória, enquanto outros efeitos cognitivos variam mais entre as pessoas.
Além disso, manter o hábito de consumir um café da manhã equilibrado costuma estar associado a uma rotina mais organizada de sono, alimentação e autocuidado, o que também repercute no humor:
“Pular o café da manhã e não repor as energias com uma alimentação equilibrada ao despertar pode levar a uma dificuldade de foco, lentidão mental e certa irritabilidade em lidar com os desafios do dia a dia”, afirma. 
Os nutrientes mais associados à melhora da saúde mental e da resposta ao estresse
Os nutrientes mais citados na literatura como associados à melhora da saúde mental e da resposta ao estresse são:
ômega-3: encontrado principalmente em peixes gordurosos e frutos do mar, mas também nas nozes, chia e linhaça. 
folato (vitamina B9), que está presente naturalmente em diversos alimentos, principalmente os de origem vegetal, como espinafre, couve, brócolis, aspargos e alface. O nutriente está presente também em leguminosas e em frutas, como laranja, abacate, banana, mamão e morango. Ele também é adquirido em alimentos como fígado, ovos, sementes (girassol) e amendoim
outras vitaminas do complexo B
vitamina D: a principal fonte ainda é a exposição ao sol, mas alguns alimentos ajudam bastante, como peixes gordurosos (salmão, sardinha, atum e cavala), ovos (principalmente a gema), leite e derivados, fígado, manteiga e óleo de fígado de bacalhau. 
magnésio: também encontrado em verduras, especialmente os verdes escuros, oleaginosas e sementes, grãos integrais, leguminosas, chocolate amargo (quanto mais cacau, melhor), banana, abacate, leite e derivados.   
Mas Ribas Filho destaca que o maior benefício costuma aparecer não por um nutriente isolado, e sim dentro de um padrão alimentar saudável, rico em alimentos in natura ou minimamente processados. Em resumo, o cérebro responde melhor a uma alimentação de boa qualidade como um todo do que a soluções pontuais.
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		<date><![CDATA[12/04/2026]]></date>
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