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	<title><![CDATA[g1 > Educação]]></title>
	<description><![CDATA[Notícias sobre a educação no Brasil, o calendário dos vestibulares e do Enem, Guia de Carreiras e Teste vocacional]]></description>
	<link><![CDATA[https://g1.globo.com/educacao/]]></link>
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		<title><![CDATA[Enem 2026: professores podem ganhar R$ 510 por dia para trabalhar na prova; veja como participar]]></title>
		<description><![CDATA[        Inep procura profissionais da rede pública para formar rede de colaboradores
PMCG
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) instituiu, nesta segunda-feira (17), a Rede de Interlocutores Escolares (RIE), uma iniciativa que permite a professores efetivos das redes públicas estaduais e distrital trabalharem no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026.
Os docentes selecionados receberão um auxílio de R$ 510,00 por cada dia de atuação para realizar tarefas de apoio logístico, orientação aos participantes e suporte à infraestrutura nos locais de prova.
Confira abaixo os principais detalhes sobre como funciona a rede, quem pode participar e quais são as obrigações dos selecionados:
Quem pode participar da Rede de Interlocutores Escolares?
A rede é composta exclusivamente por servidores públicos docentes efetivos da Rede Pública de Ensino Estadual e Distrital que estejam em efetivo exercício. Não podem ser indicados professores inativos (aposentados) ou que estejam afastados por licenças, férias ou outros afastamentos legais.
Quais são as tarefas que o professor deverá cumprir?
O interlocutor escolar terá diversas atribuições voltadas ao suporte da aplicação do exame, incluindo:
promover o engajamento da comunidade escolar;
orientar os participantes sobre o acesso à Página do Participante e consulta ao Cartão de Confirmação de Inscrição;
auxiliar na organização da infraestrutura do local de prova e apoiar o coordenador de local;
orientar os estudantes sobre os acessos físicos e as dependências da escola;
apoiar a manutenção da ordem e da disciplina nas áreas comuns do estabelecimento;
registrar e encaminhar um relatório de atuação após o término das atividades.
Qual o valor do pagamento e como ele é feito?
O professor receberá o Auxílio de Avaliação Educacional (AAE) no valor de R$ 510,00 por dia de aplicação — como o Enem ocorre em dois domingos, o total pode chegar a R$ 1.020,00. O valor da hora trabalhada corresponde a R$ 42,50. 
O pagamento será creditado em conta corrente ou poupança informada no cadastro, sem ser incorporado ao salário ou à aposentadoria.
Qual é a carga horária de trabalho nos dias do Enem?
A jornada de atuação é de 12 horas por dia, com início às 8h e encerramento às 20h (horário de Brasília). O professor não pode se ausentar do local de aplicação durante esse período, sob pena de cancelamento do pagamento.
Como funciona o processo de seleção?
Os docentes devem ser indicados pelas Secretarias de Educação de seus respectivos estados ou do Distrito Federal. Após a indicação, o professor precisa confirmar sua participação no sistema da RIE, realizar uma capacitação à distância (EaD) e obter um aproveitamento mínimo de 50% na avaliação.
Quais são os requisitos técnicos e impedimentos?
Para atuar, o docente:
deve possuir um smartphone com acesso à internet móvel e navegador compatível com os sistemas do Inep;
não pode ter parentes de até terceiro grau inscritos para fazer a prova no mesmo município onde irá trabalhar;
não pode receber no mesmo ano mais de R$ 87 mil em colaborações para o Inep.
Quais são as datas importantes?
De acordo com o cronograma oficial:
Indicação pelas Secretarias: 8 a 18 de setembro de 2026
Confirmação pelos professores: 22 a 27 de setembro de 2026
Capacitação EaD: 15 a 28 de outubro de 2026
Dias de aplicação do Enem: 8 e 15 de novembro de 2026
Quais são os temas mais comuns no Enem?  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[17/08/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Fuvest 2027: USP abre inscrições para 8.147 vagas nesta segunda-feira]]></title>
		<description><![CDATA[        Estudantes podem treinar em condições reais para a 1ª fase do vestibular da Fuvest
Cecília Bastos/USP Imagens
A Fuvest abre, ao meio-dia desta segunda-feira (17), as inscrições para o vestibular de 2027 da Universidade de São Paulo (USP). Os candidatos têm até as 12h de 9 de outubro para participar do processo seletivo, que oferece 8.147 vagas em cursos de graduação.
A inscrição deve ser feita pelo site da Fuvest. A taxa é de R$ 228. Para participar, o candidato precisa informar CPF, documento de identificação com foto, e-mail, endereço e enviar uma fotografia recente.
No momento da inscrição, é necessário escolher uma carreira e indicar até quatro cursos, em ordem de preferência, dentro da área selecionada.
Provas
O vestibular será realizado em duas fases. A primeira etapa está marcada para 1º de novembro e terá 80 questões objetivas.
Os candidatos aprovados nessa fase seguem para a segunda etapa, que será aplicada nos dias 6 e 7 de dezembro. No primeiro dia, os estudantes terão de fazer uma redação e responder a 10 questões discursivas de Língua Portuguesa. No segundo, serão aplicadas 12 questões discursivas de disciplinas específicas, de acordo com a carreira escolhida.
As provas serão realizadas em cidades do estado de São Paulo e também em Fortaleza (CE).
A Fuvest realizou em Fortaleza as duas etapas do Simulado, o que permitiu testar a operação e a estrutura necessárias para a realização da prova na cidade. A realização na cidade busca facilitar o acesso a candidatos da Região Nordeste.
Inscrições para a Fuvest 2027 começam nesta segunda-feira (17)
Vagas e cotas
Das 8.147 vagas oferecidas pela USP:
4.888 são destinadas à ampla concorrência;
2.053 são reservadas a candidatos que cursaram o ensino médio integralmente em escolas públicas;
1.206 são destinadas a estudantes de escolas públicas que também concorrem pelas ações afirmativas para pretos, pardos e indígenas.
Ao todo, metade das vagas do vestibular é reservada a estudantes que fizeram o ensino médio em escolas públicas.
Livros obrigatórios
A lista de leituras obrigatórias da Fuvest 2027 reúne nove obras escritas por mulheres, de diferentes períodos e nacionalidades. Entre os livros estão clássicos da literatura brasileira e portuguesa e obras de escritoras contemporâneas.
Confira a lista:
“Opúsculo Humanitário” (1853), de Nísia Floresta;
“Nebulosas” (1872), de Narcisa Amália;
“Memórias de Martha” (1899), de Julia Lopes de Almeida;
“Caminho de Pedras” (1937), de Rachel de Queiroz;
“Balada de Amor ao Vento” (1990), de Paulina Chiziane;
“Canção para Ninar Menino Grande” (2018), de Conceição Evaristo;
“A Visão das Plantas” (2019), de Djaimilia Pereira de Almeida;
“A Paixão Segundo G.H.” (1964), de Clarice Lispector;
“Geografia” (1967), de Sophia de Mello Breyner Andresen.
A seleção reúne autoras brasileiras, portuguesas, moçambicanas e angolana, ampliando a presença de diferentes perspectivas e tradições literárias na prova.
Calendário
Inscrições: 17 de agosto a 9 de outubro
1ª fase: 1º de novembro
Resultado da 1ª fase: 23 de novembro
2ª fase: 6 e 7 de dezembro
Resultado final: 26 de janeiro de 2027
A Fuvest informou que o calendário foi organizado considerando as datas de outros processos seletivos nacionais.  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[17/08/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Aulas de universidades públicas são abertas ao público? Entenda o que dizem as regras]]></title>
		<description><![CDATA[        Professor dá aula em sala da Universidade de Brasília. (Original de 23/11/2017)
Secom UnB
“Sempre falo como eu faria Letras só pela parte de literatura e me lembraram que as aulas na USP são abertas, então eu posso simplesmente ir assistir. LetrUSP, me aguardem semana que vem”. 
Era isso que dizia uma publicação do X que viralizou nesta semana e levantou a discussão: afinal, as aulas das universidades públicas são abertas a todos, mesmo sem estar matriculados?
O usuário que fez a publicação esclareceu que sua visita à Universidade de São Paulo foi intermediada por um aluno do curso, que validou com o professor da disciplina a liberação para que ele assistisse à aula. Mas a dúvida seguiu: isso é possível em todas as instituições públicas de ensino superior? E dá para assistir a aulas de qualquer curso?
A resposta curta é: não existe uma regra nacional que determine que todas as aulas de universidades públicas sejam abertas a qualquer pessoa. O acesso de quem não está matriculado depende das normas de cada instituição e, em alguns casos, da unidade, do curso e da própria disciplina.
Agora no g1
Isso ocorre porque as universidades têm autonomia didático-científica, administrativa e de gestão, garantida pela Constituição. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) também determina que elas elaborem seus próprios estatutos e regimentos.
Na prática, isso significa que uma universidade pode criar regras para permitir que pessoas de fora acompanhem determinadas disciplinas — mas também pode não admitir a presença de quem não esteja formalmente matriculado.
Há ainda uma diferença importante entre assistir informalmente a uma aula e ser estudante especial ou estar matriculado em uma disciplina isolada. Em algumas universidades, existem modalidades formais para quem quer cursar uma disciplina sem fazer parte daquele curso. Em outras, a categoria de “aluno ouvinte” sequer existe.
Por isso, a resposta para quem quer assistir a uma aula específica não é simplesmente “sim” ou “não”. É preciso verificar as regras da universidade e, em alguns casos, da própria unidade que oferece a disciplina.
O que diz a legislação brasileira?
Não há uma lei federal que determine que aulas regulares de graduação ou pós-graduação em universidades públicas devam ser abertas a qualquer cidadão.
A Constituição Federal estabelece, no artigo 207, que as universidades têm autonomia didático-científica. Já a LDB permite que elas criem e reformem seus próprios estatutos e regimentos e organizem seus cursos e programas.
Isso ajuda a explicar por que as regras não são iguais em todo o país.
Também não se deve confundir universidade pública com atividade acadêmica necessariamente aberta ao público. Uma instituição pode oferecer atividades especificamente destinadas à comunidade externa — como cursos de extensão, palestras e eventos — sem que todas as suas aulas regulares tenham acesso livre.
A Resolução nº 7/2018 do Conselho Nacional de Educação, por exemplo, estabelece diretrizes para a extensão na educação superior e reforça a interação entre universidade e sociedade. A norma, porém, trata das atividades de extensão; não cria um direito de qualquer pessoa assistir às disciplinas regulares de graduação.
Aula em anfiteatro da Universidade de Brasília (UnB)
Isa Lima/UnB
Assim, para quem quer ter acesso ao ensino de uma universidade pública, há diferentes possibilidades:
disciplinas regulares: normalmente exigem matrícula;
estudante especial: pessoa que não é aluna regular, mas consegue se matricular oficialmente em uma disciplina isolada e acompanhá-la seguindo as regras da universidade.
aluno ouvinte: pessoa que assiste às aulas sem se matricular na disciplina. Quando essa possibilidade existe, geralmente depende de autorização e não dá direito a créditos ou notas.
cursos de extensão: são voltados à interação da universidade com a comunidade;
aulas abertas, palestras e eventos: podem ser oferecidos gratuitamente ao público externo.
USP, Unicamp e federais: como funciona?
As regras variam bastante entre as universidades — e até dentro de uma mesma instituição. Veja alguns exemplos:
USP
A Universidade de São Paulo não trata a presença de qualquer pessoa em uma aula regular como um direito automático. Mas há uma alternativa formal: as unidades podem aceitar estudantes especiais em disciplinas isoladas da graduação, de acordo com critérios próprios e a existência de vagas.
Na prática, não é só entrar na sala e assistir à aula. É necessário passar pelo procedimento definido pela unidade.
E a situação varia entre as unidades. O Instituto de Psicologia, por exemplo, informa que não existe a figura de “aluno ouvinte”, mas oferece a possibilidade de estudante especial em determinadas disciplinas.
Na pós-graduação, também existem modalidades de aluno especial, mas as regras são definidas pelos programas.
Unicamp
A Universidade Estadual de Campinas também possui uma modalidade formal de Estudante Especial. A pessoa que não está matriculada em um curso regular pode solicitar inscrição em disciplinas isoladas, desde que cumpra os requisitos e seja aceita pela universidade.
Para a graduação, a Unicamp determina que o candidato deve ter concluído uma graduação ou estar matriculado em outra instituição de ensino superior. Há limite de créditos por período.
Ou seja: também não se trata de simplesmente entrar em uma sala. É uma forma oficial de cursar determinadas disciplinas.
UFMG
Na Universidade Federal de Minas Gerais, a regra é mais restritiva. O curso de Medicina afirma expressamente que não existe a modalidade de “aluno ouvinte” e que, para frequentar as aulas, é obrigatória a matrícula na disciplina.
Uma ata do Instituto de Geociências também registra que não existe a figura de aluno ouvinte na UFMG.
Isso não impede que a universidade ofereça atividades destinadas ao público externo, como cursos de extensão e outras iniciativas abertas à comunidade. Mas essas atividades não devem ser confundidas com o acesso livre às disciplinas regulares.
UnB
Na Universidade de Brasília, unidades como o Instituto de Psicologia e a Faculdade de Educação informam que não existe a modalidade de aluno ouvinte. Portanto, quem não conseguiu matrícula não pode simplesmente frequentar a disciplina nessa condição.
UFPE
A Universidade Federal de Pernambuco também informa que não existe a figura de aluno ouvinte. A universidade não reconhece direitos ou prerrogativas para quem participa de aulas ou avaliações sem estar oficialmente matriculado na disciplina.
UFRJ
Na Universidade Federal do Rio de Janeiro, a situação varia conforme o programa. Na pós-graduação, há unidades que admitem participantes ouvintes mediante autorização do professor. O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional, por exemplo, permite a participação de não matriculados como ouvintes desde que autorizados pelo docente responsável.
O Programa de Pós-Graduação em Filosofia também prevê participação como ouvinte mediante autorização do professor.
Isso mostra por que não é seguro dizer simplesmente que “a UFRJ permite” ou “a UFRJ proíbe” ouvintes: as regras podem depender do nível de ensino e do programa.
Lousa com giz em sala de aula.
Marcos Santos/USP Imagens
Então qualquer pessoa pode entrar em uma aula?
Não há um direito geral de fazer isso.
O fato de uma universidade ser pública significa que ela integra o sistema público de ensino superior e tem compromisso com a sociedade. Não significa que todas as suas atividades sejam de acesso irrestrito.
Para uma pessoa interessada em acompanhar uma disciplina específica, o caminho depende da instituição:
verificar se existe a modalidade de estudante especial;
consultar a secretaria ou coordenação do curso;
conferir se há edital para disciplinas isoladas;
verificar se o programa aceita alunos ouvintes;
procurar aulas abertas, palestras e cursos de extensão.
O mais importante é não confundir “universidade pública” com “aula pública”.
Uma palestra anunciada como aberta à comunidade é uma atividade de acesso público. Já uma disciplina regular de graduação pode ter vagas, critérios de matrícula, controle de frequência e outras regras que tornam seu acesso diferente.
E há uma diferença prática: em universidades que não reconhecem a categoria de ouvinte, a autorização informal de um professor pode não ser suficiente. Na UFMG, por exemplo, a orientação é expressa de que é necessária matrícula para frequentar as aulas.
Por isso, antes de aparecer em uma sala de aula, a orientação mais segura é consultar a universidade. As regras existem — só não são iguais para todas as instituições.  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[15/08/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/RM6vktfVUm8TzNTTAdoL81dAqIk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/G/b/0EVJCeQnqJ9dkQXWj27w/16720733420-3958eed9b9-h.jpg]]></linkfoto>
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