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	<title><![CDATA[g1 > Mundo]]></title>
	<description><![CDATA[As notícias internacionais mais urgentes e importantes, além de análises e contextualização dos principais assuntos da política mundial]]></description>
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		<title><![CDATA[Trump critica Supremo dos EUA após juízes rejeitarem sua tentativa de restringir votos pelos Correios: 'decisão horrível']]></title>
		<description><![CDATA[        O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com repórteres antes de embarcar no Air Force One na Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland, em 9 de setembro de 2026.
Foto de BRENDAN SMIALOWSKI/AFP
A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou a tentativa do presidente Donald Trump de restringir o voto pelo correio nas eleições legislativas de meio de mandato, encerrando uma série de medidas judiciais de última hora enquanto a votação já está em andamento.
A decisão permite que os estados continuem enviando cédulas pelo correio seguindo os mesmos procedimentos adotados há anos. Quase um terço dos eleitores americanos vota dessa maneira.
Trump criticou os ministros em uma longa publicação nas redes sociais nesta terça-feira (15), e afirmou: “Essas não são as pessoas que entrevistei”. 
“A incapacidade e a falta de vontade da Corte de fazer a coisa certa pelo nosso país ficarão registradas, de forma muito negativa, nos anais da História”, escreveu Trump.
Agora no g1
“Esta Suprema Corte é intimidada e pressionada pela Esquerda Radical a tomar decisões que fizeram os Estados Unidos retrocederem pelo menos cem anos”, afirmou.
Os ministros Neil Gorsuch, Amy Coney Barrett e Brett Kavanaugh foram indicados por Trump durante seu primeiro mandato, mas votaram contra o presidente na decisão de segunda-feira (14).
“Essas não são as pessoas que entrevistei para servir na Suprema Corte dos Estados Unidos. São apenas uma sombra do que eram originalmente”, disse Trump.
O presidente também afirmou que a Corte está custando “trilhões de dólares aos Estados Unidos” por causa de decisões “absurdamente ruins”, de uma magnitude que tornaria difícil para o país “se recuperar ou se curar”.
Caixa do Serviço Postal dos EUA instalada em Manhattan, em Nova York
Andrew Kelly/Reuters
Incerteza era maior onde voto pelo correio é predominante
Eleitores da Califórnia, Colorado, Havaí, Nevada, Oregon, Utah, Vermont e Washington votam quase inteiramente pelo correio. Esses estados não têm uma ampla rede de locais de votação presenciais.
“A decisão dá aos eleitores e aos responsáveis pelas eleições a segurança de que precisam antes de uma eleição federal importante. Ela também envia uma mensagem clara ao país: presidentes não conduzem eleições, as pessoas conduzem”, afirmou Tobias Read, secretário de Estado do Oregon e membro do Partido Democrata.
Cisco Aguilar, secretário de Estado de Nevada, disse que sua reação à decisão da Suprema Corte foi de “alívio, mas também de entusiasmo, porque hoje os eleitores realmente venceram em toda a América”.
Mais da metade dos eleitores de Nevada votou pelo correio nas eleições primárias de junho. Segundo Aguilar, “parte do estrago já foi feita” por causa de alegações falsas que afetaram a confiança das pessoas no voto pelo correio.
“Vocês podem confiar no processo”, afirmou Aguilar aos eleitores. “Por favor, participem.”  ]]></description>
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		<date><![CDATA[15/09/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Harry e Meghan mudam filhos de escola na Inglaterra por segurança, diz imprensa]]></title>
		<description><![CDATA[        Príncipe 'furioso' e residência privada: o que se sabe sobre a volta de Harry e Meghan
O príncipe Harry e sua esposa, Meghan, mudaram os filhos de escola por razões de segurança poucos dias depois do início do ano letivo no Reino Unido, para onde a família acaba de se mudar, informou nesta segunda-feira (14) a imprensa britânica.
De acordo com a imprensa, Harry e Meghan decidiram morar em Cotswolds, uma região rural do centro da Inglaterra muito procurada por celebridades. O casal matriculou Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 5, em uma escola particular cujo nome não foi divulgado.
A revista "Hello!" afirma que a distância até a escola e o trânsito intenso no trajeto provocaram preocupações relacionadas à segurança.
"A decisão de mudar as crianças de escola foi tomada após uma conversa com a equipe de segurança da família sobre os aspectos práticos das disposições atuais", afirmou à revista um porta-voz do duque e da duquesa de Sussex.
O príncipe britânico Harry e Meghan, duque e duquesa de Sussex, acenam ao visitar o One World Trade Center em Manhattan, Nova York, EUA, em 23 de setembro de 2021. 
REUTERS/Andrew Kelly/Foto de arquivo
Procurada, a equipe de Harry e Meghan não respondeu à AFP nesta segunda-feira.
O príncipe e sua esposa renunciaram às obrigações como membros da realeza em 2020 e deixaram o Reino Unido de maneira conturbada rumo aos Estados Unidos, em meio a um desentendimento com a família real. Com isso, perderam a proteção policial à qual tinham direito.
Segundo a imprensa, Harry e sua família recorrem atualmente a agentes de segurança privados, mas o príncipe pediu ao governo que intervenha para garantir proteção policial para ele e sua família.
A comissão responsável pela proteção de personalidades públicas e membros da realeza (Ravec) se reuniu na semana passada para discutir a segurança da família do príncipe, que completa 42 anos nesta terça-feira.
Segundo a BBC, a comissão decidiu examinar detalhadamente as ameaças que pesam, em particular, sobre o duque e sua esposa.
Na avaliação do rei, Harry e Meghan continuam sendo considerados "cidadãos que atuam em caráter privado", e não em nome da família real, segundo uma carta oficial redigida em nome de Charles III no início de setembro.  ]]></description>
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		<date><![CDATA[15/09/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Rússia e Ucrânia seguem ataques apesar de anúncio de Trump sobre trégua]]></title>
		<description><![CDATA[        Presidente da Ucrânia não vê fim da guerra com a Rússia a curto prazo
A Rússia e a Ucrânia seguiram com ataques à infraestrutura energética um do outro nesta terça-feira (15), apesar do anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre uma trégua.
Nesta segunda-feira (14), Trump disse que os dois países haviam concordado em parar com os bombardeios a esses alvos estratégicos. No entanto, o acordo não foi efetivo.
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O governo russo lançou 200 drones contra a capital da Ucrânia e outras cidades em ataques noturnos, matando duas pessoas. Além de postos de gasolina em Kiev, os drones atingiram infraestrutura portuária e de energia em outras regiões, disseram autoridades ucranianas.
Zelensky divulga imagens de ataques russos
Telegram
Por sua vez, a Ucrânia atingiu uma refinaria de petróleo russa em Syzran, na região de Samara, às margens do rio Volga, além de instalações de produção de drones nas regiões de Taganrog e Oryol, afirmou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
"A Rússia continua a atacar o nosso setor energético, a logística regular e as infraestruturas críticas. E as nossas respostas a estes ataques são tangíveis", disse Zelensky no Telegram.
Segundo Zelensky, a Ucrânia está pronta para interromper esses ataques, mas exige garantias de que a Rússia também os cessará. 
O Kremlin afirmou, nesta terça, que acolhe com satisfação a proposta dos EUA, mas que as sanções "ilegais" ao fornecimento de energia russo devem ser suspensas.
Vladimir Putin, Donald Trump e Volodymyr Zelensky
Sputnik/Gavriil Grigorov/Pool via REUTERS, Reuters e Genya Savilov/AFP
O anúncio de Trump ocorre em meio a uma escalada de bombardeios entre os dois países contra alvos da infraestrutura energética do inimigo. Geralmente esse tipo de ataque fica mais frequente quando chega o inverno europeu. A guerra da Ucrânia já dura mais de quatro anos e meio, atualmente está sem previsão para ser finalizada. 
A Ucrânia, particularmente, intensificou nos últimos meses seus bombardeios contra infraestruturas energéticas russas. Esses ataques aéreos incluem investidas de longo alcance contra refinarias de petróleo que por vezes se encontram a até 3.000 km da fronteira.
Tais ataques fizeram com que a Rússia passasse a enfrentar certo incômodo internamente, como racionamentos de combustível em algumas regiões —algo que o Kremlin nega apesar de ser reportado por veículos independentes.
A Rússia, por sua vez, realiza desde o início da guerra bombardeios contra alvos energéticos ucranianos —esses locais integram a infraestrutura vital e por vezes têm papel importante para a calefação das casas.
No final de semana, Trump disse que já tinha pedido para que a Ucrânia parasse com esses bombardeios, gesto que a Rússia agradeceu. Apesar disso, o líder norte-americano não costuma falar o mesmo quando Moscou realiza ataques dessa natureza contra o território ucraniano.
Agora no g1  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[15/09/2026]]></date>
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