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	<title><![CDATA[g1 > Política]]></title>
	<description><![CDATA[As últimas informações sobre a política no Brasil. Veja o que acontece de importante no Planalto, Congresso, Judiciário, além de notícias dos bastidores]]></description>
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		<title><![CDATA[Superintendentes da PF dizem que recondução de Andrei restabelece estabilidade na corporação]]></title>
		<description><![CDATA[        Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal
Jornal Nacional/ Reprodução
Vinte e quatro superintendentes regionais da Polícia Federal (PF) afirmaram que a recondução do diretor-geral Andrei Rodrigues ao cargo reestabelece a "estabilidade" e "serenidade" da instituição, em uma manifestação pública de apoio divulgada nesta quarta-feira (9).
No documento, os oficiais declararam que vêm acompanhando diariamente o trabalho desenvolvido pela corporação, e que são "testemunhas" da "seriedade, equilíbrio e copmromisso" da atual gestão. Escreveram também que Rodrigues construiu sua carreira "pautado pela defesa da instituição, pela atuação técnica, pelo respeito à Constituição e às leis". Quanto a Leandro Amaral, diretor de inteligência que também foi reconduzido ao seu cargo, declararam que ele possui "reconhecida história de dedicação à Polícia Federal e de atuação firme e profissional na área de inteligência policial". 
Os superintendentes regionais também defenderam a atividade da PF enquanto instituição. Sustentam que sua atuação não pode estar subordinada a "interesses circunstanciais" ou a disputas "de natureza político-eleitoral".
"Não é admissível que acusações desprovidas de fundamento sejam utilizadas para atingir a honra de seus dirigentes e, por consequência, a própria credibilidade da Polícia Federal. Divergências institucionais devem ser enfrentadas nos limites da Constituição, das leis e do respeito às atribuições de cada órgão, jamais mediante iniciativas que possam comprometer a independência e o regular funcionamento de uma instituição essencial ao Estado Democrático de Direito", escreveram.
O posicionamento foi divulgado horas depois da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino que reintegrou Andrei ao cargo. O ministro reverteu a determinação de André Mendonça de afastar o diretor-geral preventivamente da corporação
Ministro Flávio Dino determina retorno de Andrei Rodrigues à Polícia Federal
Leia a íntegra da manifestação:
Os (as) Superintendentes Regionais da Polícia Federal vêm a público manifestar integral apoio e solidariedade ao Diretor-Geral da Polícia Federal, Delegado de Polícia Federal Andrei Augusto Passos Rodrigues, e ao Diretor de Inteligência Policial, Delegado de Polícia Federal Leandro Almada da Costa, diante dos acontecimentos recentes e de seus graves reflexos para a Instituição.
À frente das unidades da Polícia Federal nos 26 Estados e no Distrito Federal, acompanhamos diariamente o trabalho desenvolvido pela Instituição e somos testemunhas da seriedade, do equilíbrio e do compromisso com que a atual gestão tem conduzido a Polícia Federal.
O Diretor-Geral Andrei Rodrigues construiu sua trajetória profissional pautado pela defesa da Instituição, pela atuação técnica e pelo respeito à Constituição e às leis. Da mesma forma, o Diretor Leandro Almada possui reconhecida história de dedicação à Polícia Federal e de atuação firme e profissional na área de inteligência policial. Ambos contam com nosso respeito, confiança e irrestrita solidariedade.
A Polícia Federal é uma instituição permanente de Estado. Sua atuação não pode estar subordinada a interesses circunstanciais, tampouco ser constrangida por disputas ou narrativas de natureza político-eleitoral. Qualquer tentativa de interferência externa que comprometa sua autonomia, deslegitime a atuação de seus dirigentes ou prejudique o regular desenvolvimento de suas atribuições institucionais deve ser firmemente repelida.
Não é admissível que acusações desprovidas de fundamento sejam utilizadas para atingir a honra de seus dirigentes e, por consequência, a própria credibilidade da Polícia Federal. Divergências institucionais devem ser enfrentadas nos limites da Constituição, das leis e do respeito às atribuições de cada órgão, jamais mediante iniciativas que possam comprometer a independência e o regular funcionamento de uma instituição essencial ao Estado Democrático de Direito.
Neste momento, os (as) Superintendentes Regionais subscritores reafirmam sua unidade em defesa da Polícia Federal, de sua autonomia e de seus dirigentes, reconhecendo em Andrei Rodrigues e Leandro Almada profissionais que honram a história e os valores da Instituição. Nosso apoio é inequívoco. Nossa defesa da Polícia Federal, inegociável.
Portanto, os (as) Superintendentes Regionais da Polícia Federal reafirmam sua confiança na condução institucional pelo Diretor-Geral Andrei Rodrigues e reconhecem o restabelecimento das condições necessárias ao pleno exercício das atribuições da instituição, contribuindo para a serenidade e a estabilidade do órgão.
O documento é assinado por: 
Adriana Albuquerque de Vasconcelos, Superintendente Regional do Estado de Pernambuco
Alexandre de Andrade Silva, Superintendente Regional do Estado do Amapá
Alessandro Maciel Lopes, Superintendente Regional do Estado do Pará
Alfredo José de Souza Junqueira, Superintendente Regional do Estado do Distrito Federal
Alisson Sabarense da Costa, Superintendente Regional do Estado do Rio Grande do Sul
Aline Marchesini Pinto, Superintendente Regional do Estado de Sergipe
Carlos Henrique Cotta D'Ângelo, Superintendente Regional do Estado do Mato Grosso do Sul
Danielle de Meneses Oliveira Mady, Superintendente Regional do Estado do Amazonas
Edson Geraldo de Souza, Superintendente Regional do Estado de Santa Catarina
Fabiana Martins Machado, Superintendente Regional do Estado de Rondônia
Fábio Galvão da Silva Rêgo, Superintendente Regional do Estado do Rio de Janeiro
Fabrício Fernando Diogo Braga, Superintendente Regional do Estado do Mato Grosso
Fernando Paganelli Rodrigues, Superintendente Regional do Estado do Tocantins
Flávio Márcio Albergaria Silva, Superintendente Regional do Estado da Bahia
Guilherme Augusto Campos Torres Nunes, Superintendente Regional do Estado do Maranhão
José Antônio Simões de Oliveira Franco, Superintendente Regional do Estado do Ceará
Josemauro Pinto Nunes, Superintendente Regional do Estado do Piauí
Larissa Freitas Carlos Perdigão, Superintendente Regional do Estado do Rio Grande do Norte
Luciana Carvalho Mota, Superintendente Regional do Estado do Acre
Nilson Vieira dos Santos, Superintendente Regional do Estado de Roraima
Richard Murad Macedo, Superintendente Regional do Estado de Minas Gerais
Rivaldo Venâncio, Superintendente Regional do Estado do Paraná
Rodrigo Luís Sanfurgo de Carvalho, Superintendente Regional do Estado de São Paulo
Ronaldo Guilherme Campos, Superintendente Regional do Estado de Alagoas
Crise no Supremo e a PF
Após a retirada do sigilo de relatórios da PF na semana passada, que mostraram um embate entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, o diretor-geral da Polícia Geral da Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência da corporação Leandro Almada, foram afastados.
A decisão foi do ministro André Mendonça. A Advocacia Geral da União (AGU) contestou e pediu que o Fachin revertesse o afastamento.
Na manhã desta quarta, o ministro Dino, se aproveitando de outro processo que tramita na Corte, suspendeu o afastamento dos diretores. Para fundamentar a reintegração, Flávio Dino apontou a ilegitimidade de partidos políticos para solicitarem medidas cautelares no processo penal e destacou que o afastamento prejudicava diligências urgentes sob sua relatoria — como a apuração sobre emendas parlamentares ligadas ao filme Dark Horse.
Antes da decisão de Dino, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, já havia aberto prazo de 72 horas para que André Mendonça se manifestasse sobre o recurso da Advocacia-Geral da União (AGU), que contestou o afastamento apontando violação à prerrogativa constitucional do Poder Executivo.
Superintendentes já tinham declarado apoio a Andrei
Essa não foi a primeira demonstração pública de apoio do grupo ao diretor-geral. No início de agosto deste ano, em meio a tensões entre a PF e o gabinete do ministro André Mendonça por conta das investigações do "caso INSS", os superintendentes regionais divulgaram uma nota defendendo Andrei e afirmando que a atuação da corporação é orientada pelo cumprimento da lei, com base em provas e sem interferência de interesses pessoais. 
O contexto da primeira nota foi um cenário de forte tensão institucional entre a Polícia Federal e o gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), em virtude de divergências na condução de inquéritos criminais, com destaque para o "caso INSS". Integrantes da equipe de André Mendonça suspeitam que Andrei Rodrigues repasse ao Palácio do Planalto informações privilegiadas sobre investigações em andamento. Uma das primeiras medidas adotadas pelo ministro ao assumir a relatoria de casos considerados sensíveis foi determinar que os policiais responsáveis pelas apurações não se reportassem diretamente ao diretor-geral.  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[09/09/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Caiado e Renan Santos organizam 'debate paralelo' com adversários na próxima segunda-feira]]></title>
		<description><![CDATA[        Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), candidatos à Presidência da República nas eleições 2026, participam do primeiro debate promovido pela TV Band em parceria com o Estadão no estúdio da emissora na R. Carlos Cyrillo Jùnior, 92, em São Paulo. Púlpitos dos candidatos ausentes Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Romeu Zema (Novo) permanecem no palco
Daniel Teixeira/Estadão
Os candidatos à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) organizam um “debate paralelo” com outros adversários na próxima segunda-feira (14), mesma data em que seria realizado o encontro do consórcio de veículos de imprensa “O momento da decisão”, cancelado após Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) não confirmarem presença.
A iniciativa tem como objetivo reunir também Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo). Ao g1, Caiado afirmou que procurou Renan após saber do cancelamento e propôs manter um confronto entre os candidatos, mesmo sem a participação de Lula e Flávio.
“Eu liguei para o Renan quando soube que tinham cancelado o debate. Liguei e falei: ‘Vamos fazer uma live [nas redes sociais] nós e manter o debate vivo’. O Renan disse que conseguiu um amigo dele e ele topa. Liguei para o Zema e o Cury e ainda vamos perguntar para o Lula e para o Flávio”, afirmou Caiado.
Procurada, a campanha de Renan confirmou a realização do debate no dia 14, mas não deu detalhes sobre onde ou como o evento acontecerá. As assessorias de Cury e Zema disseram que os candidatos foram convidados, mas que ainda não confirmaram presença. O encontro será na capital paulista, segundo Caiado, na sede de um canal do YouTube.
Mais cedo, durante encontro da Associação Brasileira de Incorporadoras (Abrainc), em um hotel na capital paulista, Caiado também falou sobre a realização do debate.
“Esse debate que foi cancelado no dia 14, nós reativamos ele. Então, nós vamos fazer agora um debate paralelo. Já está tudo acertado já, eu, o Zema, o Renan, o Cury”, disse.
Segundo Caiado, mesmo que Lula e Flávio não participem, os candidatos presentes pretendem formular perguntas direcionadas aos dois.
“Vai ser uma oportunidade enorme, porque nós vamos formular perguntas também ao Lula, nós vamos formular perguntas também ao Flávio, porque eles não podem aí se omitir de uma condição que seja de esclarecer à população situações em que eles estão envolvidos e que eles querem levar até o 4 de outubro sem dar satisfação à população”, afirmou.
Caiado diz que crise no STF beneficia Lula e Flávio
Ao g1, Caiado afirmou ainda que a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) mudou o cenário eleitoral e tem beneficiado Lula e Flávio ao desviar o foco da campanha.
“O cenário político mudou totalmente. Lula e Flávio estão usando isso para fugir do debate”, disse. “Esses fatos que estão ocorrendo não deixam de ser graves, mas não podem servir de guarda-chuva para os dois candidatos.”
Na avaliação do ex-governador, a crise acaba favorecendo os dois candidatos. “Tudo isso que confunde o processo eleitoral beneficia os dois”, disse. “Para os dois candidatos, fica ótimo.”
Ele disse ainda que pretende intensificar a campanha a partir da próxima segunda-feira, com foco em corrupção e na tentativa de recolocar a disputa eleitoral no centro das discussões.
“A partir de segunda, vamos intensificar, mas o foco vai ser na corrupção. O que a gente tem que mostrar é que a desordem dos Poderes e essa crise do STF e do Congresso não podem esconder o fato eleitoral, que é a campanha agora”, afirmou.
O debate cancelado era organizado pelo consórcio “O momento da decisão”, formado por CNN Brasil, Exame, Metrópoles, Nova Brasil FM, Rádio Itatiaia, RedeTV!, Rede Vida, SBT, SBT News, Terra e Veja+ TV.
Lula e Flávio também não compareceram ao primeiro debate entre os candidatos à Presidência, realizado pela Band.  ]]></description>
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		<date><![CDATA[09/09/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Guerra de liminares no STF: ministros ligam para Fachin e cobram providências; Mendonça vê ilegalidade em decisão de Dino]]></title>
		<description><![CDATA[        Andrei Rodrigues volta à PF após decisão de Dino
A guerra de liminares no Supremo Tribunal Federal (STF) ampliou a pressão para que o presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, anuncie alguma medida concreta para tentar conter a crise. 
Ministros procuraram Fachin, por telefone, logo após a decisão de Flávio Dino que desfez o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de inteligência, Leandro Almada, que havia sido determinado pelo colega André Mendonça. 
Um desses contatos, conforme apurou a TV Globo, foi feito pelo próprio ministro André Mendonça, que, na ligação, chamou a decisão de Dino de "ilegal" e cobrou providências. 
Dino manda indireta após vídeo de Mendonça
Há também previsão de que o presidente do STF receba ainda nesta quarta o ministro Alexandre de Moraes, que é vice-presidente da Corte e um dos protagonistas da crise Master no Supremo. 
Na avaliação de magistrados ouvidos de forma reservada, Fachin precisa assumir o controle da crise e adotar uma providência para frear ações das alas de Moraes e Mendonça. 
Nos bastidores, há o entendimento de que os dois grupos atropelaram e tentaram esvaziar as prerrogativas de Fachin. 
Na decisão que colocou Andrei de volta no cargo, Dino afirmou que Mendonça invadiu atribuições e não aguardou decisão de Fachin ou do plenário sobre os relatórios da PF: 
um que apontou suposta relação de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro; e 
o outro, de inteligência e sem valor probatório, que questionou a condução de inquéritos do INSS e Master por Mendonça.
Pressionado e em meio a uma crise sem precedentes no STF, Fachin cancelou a sessão plenária da Corte que estava agendada para esta quarta-feira (9).
Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal 
Gustavo Moreno/STF  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[09/09/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/WdB8ZYwOoaQRS46VM5NWRZ0uhRU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/g/E/fbMZ3bSHOzpjOGxKpJZQ/55439567457-8ea0594296-k.jpg]]></linkfoto>
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