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	<title><![CDATA[g1 > Região dos Lagos]]></title>
	<description><![CDATA[Últimas notícias de Cabo Frio, Búzios, Arraial do Cabo e cidades próximas. Acompanhe informações, previsão do tempo, agenda cultural e telejornais da InterTV RJ.]]></description>
	<link><![CDATA[https://g1.globo.com/rj/regiao-dos-lagos/]]></link>
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		<title><![CDATA[Como escolher revestimentos que valorizam o imóvel a longo prazo]]></title>
		<description><![CDATA[        Em um projeto bem planejado, ele vai além da estética e passa a influenciar a percepção de qualidade tanto no uso diário quanto em uma futura valorização. Por isso, escolher bem significa considerar não apenas o visual, mas também o desempenho ao longo do tempo.
A durabilidade é um dos principais critérios. Materiais resistentes mantêm aparência e funcionalidade mesmo com uso frequente, reduzindo a necessidade de trocas e evitando custos com manutenção. Em áreas de maior circulação ou exposição à umidade, essa escolha se torna ainda mais relevante.
Revestimentos duráveis mantêm estética e desempenho em áreas de alto uso
Acervo Internet
A qualidade do material também faz diferença no resultado final. Produtos com bom acabamento, precisão nas peças e tecnologia de fabricação proporcionam melhor instalação, menos desperdício e um visual mais uniforme e sofisticado.
Para uma escolha mais segura, alguns pontos merecem atenção:
Resistência adequada para cada ambiente • Facilidade de limpeza e manutenção
Versatilidade estética para diferentes composições
Procedência e garantia do fabricante
Compatibilidade com outros materiais do projeto
Quando esses fatores são considerados desde o início, o revestimento deixa de ser apenas uma decisão estética e passa a ser um investimento. Ele contribui para ambientes mais duráveis, funcionais e valorizados ao longo do tempo.
Na Vilarejo, o atendimento técnico especializado auxilia na escolha dos materiais mais adequados para cada projeto, conectando estética, desempenho e longevidade.
A loja também oferece atendimento profissional especializado para paginação e especificação de produtos sem custo, o que contribui para decisões mais assertivas e melhor aproveitamento dos materiais na aplicação.
Com variedade, orientação qualificada e pronta disponibilidade de produtos, o processo de reforma se torna mais eficiente e seguro, refletindo diretamente na qualidade final do projeto.
Visite uma das lojas em Araruama, Maricá, Cabo Frio, Búzios, Rio das Ostras, Macaé, Campos dos Goytacazes e Niterói – RJ  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[18/04/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Obra 'Iguana' desaparece do acervo do Charitas, em Cabo Frio, e caso vai à polícia]]></title>
		<description><![CDATA[        Obra Iguana que desapareceu de museu em Cabo Frio
Divulgação
O desaparecimento da obra de arte “Iguana”, pertencente ao acervo do Museu e Casa de Cultura José de Dome, o Charitas, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, está sendo investigado pelas autoridades. 
O secretário municipal de Cultura, Carlos Ernesto Lopes, esteve na delegacia acompanhado de uma representante da Procuradoria Geral do Município na terça-feira (14), para tratar do caso.
Segundo a Prefeitura de Cabo Frio, a ausência da tela foi identificada durante um levantamento realizado pela atual gestão da Secretaria de Cultura, que revisou as obras e acervos dos equipamentos culturais do município após assumir a pasta.
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O município informou que o desaparecimento da obra não é recente. O primeiro registro do sumiço foi feito em 2023, ainda em gestões anteriores, após um processo de catalogação dos itens do acervo.
Segundo a secretaria, não há documentação que comprove a entrada da obra no acervo público, nem registros detalhados ou datas relacionadas à incorporação da peça. 
Informou ainda que realizou buscas por esses documentos e chegou a formalizar a solicitação em 2025, mas os registros não foram apresentados. 
Essa ausência de documentação, segundo o município, já constava em relatório produzido no início da atual gestão.
A Secretaria de Cultura informou que o caso foi comunicado às autoridades competentes e que está colaborando com as investigações em andamento, com o objetivo de esclarecer o desaparecimento da obra.
Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou sobre o paradeiro da peça.
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		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[16/04/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Aos 81 anos, idosa vira a aluna mais velha em universidade pública do RJ: 'Para uma pessoa da minha cor, era muita dificuldade' ]]></title>
		<description><![CDATA[        Aos 81 anos, moradora de Nova Friburgo inspira ao voltar à universidade
Aos 81 anos, a moradora de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, Marlene Vicente é a estudante mais velha do polo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), por meio do Centro de Educação a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cederj). 
Ela está no 5º período do curso de pedagogia e se tornou exemplo de superação e inspiração. A trajetória de Marlene com os estudos começou na infância, mas foi interrompida ainda jovem, após concluir o antigo ginásio. Vinda de uma família negra e de baixa renda, ela relata que enfrentou dificuldades financeiras e preconceito para seguir estudando.
“Eu não estava esquentando com a coisa de estudar, porque naquela época tinha preconceito. Não havia material gratuito como tem hoje”, refletiu. 
“Diziam que a universidade era para rico, para quem tinha dinheiro. Para uma pessoa da minha cor, era muita dificuldade", completou.
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Aos 81 anos, idosa retoma estudos e vira aluna mais velha de universidade em Nova Friburgo
Arquivo Pessoal
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Antes de chegar à universidade, dona Marlene chegou a pensar em diferentes profissões, mas não conseguiu seguir.
“Eu pensei em ser estilista, pensei em gastronomia… até jornalismo eu pensei, mas não dava porque eu não tinha condições”, afirmou.
A virada veio décadas depois. Aos 60 anos, ela voltou a estudar, concluiu o ensino médio pela Educação de Jovens e Adultos (EJA) e, em seguida, fez cursos preparatórios até conquistar uma vaga na faculdade.
Retorno à sala de aula
O retorno de dona Marlene aos estudos chamou atenção no polo do Cederj em Nova Friburgo. A diretora da unidade, Rosali Zavoli, destacou a emoção ao conhecê-la.
"Eu já conhecia toda a trajetória dela para conseguir estudar e passar no vestibular. Então foi uma alegria e grande lição para a gente, para mostrar que estudar, realizar um sonho de ter uma formação, não tem idade, não tem limite, basta ter força de vontade e oportunidades”, disse.
A tutora Viviane Tavares também ressalta o impacto da convivência com a aluna.
“Ter logo no começo da minha formação a dona Marlene, para mim foi um desafio muito positivo, que me faz sempre repensar a minha forma de ser professora, porque é uma aluna de 81 anos que vem de uma realidade social difícil. O ensino superior ainda é muito conteudista e precisa se adaptar à diversidade dos alunos”, afirmou.
Planos para o futuro
Mesmo aos 81 anos, dona Marlene não pensa em parar. Ela já projeta continuar os estudos após a graduação.
“Eu tenho vontade de continuar, de fazer pós-graduação… eu gosto de estudar”, disse.
Entre desafios e conquistas, ela afirma que seguir estudando mudou sua vida.
“É difícil, mas estudar não se torna difícil. Tem a mediadora também que ela me ajuda muito. Ela me orienta como que eu faço. Chego em casa, eu consigo", contou.
Para ela, o principal aprendizado é a persistência.
“Quando a pessoa quer, não tem nada que atrapalhe. No começo é mais difícil mesmo. Mas depois fica mais fácil. Eu falei, não, eu vou, não tem nada que me atrapalhe", concluiu.
Aluna de pedagogia da Uerj retomou os estudos aos 60
Arquivo Pessoal
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		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[15/04/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/b1hCQHdt7pGQl4kbX9mV48FdyCE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/O/A/BTFNBCQ6GEjcB8n3okNQ/marlene.jpg]]></linkfoto>
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