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		<title><![CDATA[Após tetracampeonato nacional, estudantes gaúchos levam robô brasileiro que faz tarefas domésticas para 'Copa do Mundo de Robótica' na Coreia do Sul]]></title>
		<description><![CDATA[        Estudantes gaúchos vão representar o Brasil na 'Copa do Mundo de Robótica'
Estudantes da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), no Sul do Rio Grande do Sul, vão representar o Brasil na maior competição de robótica e inteligência artificial do mundo, a RoboCup 2026, na Coreia do Sul. O grupo desenvolveu robôs que realizam tarefas domésticas e industriais. 
A equipe FBOT é formada por 50 alunos voluntários de cursos de graduação e pós-graduação. Eles são responsáveis por todo o processo de criação dos robôs — desde a estrutura física até o desenvolvimento do software que comanda as máquinas. 
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O grupo atua em duas frentes principais: robótica doméstica, com robôs que simulam tarefas do dia a dia, como organizar ambientes; e robótica industrial, com projetos que replicam operações de uma fábrica. 
Com mais de cinco títulos nacionais no currículo, como o recente tetracampeonato na categoria @Home, e o 1º lugar na categoria @Work, durante o Campeonato Brasileiro de Robótica 2025, a equipe é um dos destaques nacionais. O sucesso nos torneios brasileiros abriu caminho para o cenário internacional, com a classificação para a RoboCup 2026. 
Equipe de alunos da FURG criou robôs que auxiliam em tarefas domésticas e industriais.
Reprodução/RBS TV  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[12/05/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/Sc2e-XdSWD6OW0Pz-CIy6V4nhRc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/x/G/3M21GkRcarZzftShcX4w/g1-11-.png]]></linkfoto>
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		<title><![CDATA[FOTO: Gato 'invade' ensaio fotográfico de bebê em Santa Cruz do Sul e cena viraliza]]></title>
		<description><![CDATA[        Gato 'invade' ensaio fotográfico de bebê no RS e cena viraliza
Um ensaio fotográfico para comemorar os dois anos de um menino em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, ganhou um participante inesperado e viralizou nas redes sociais. A interação cheia de fofura entre o pequeno Davi e um gato, apelidado de Mickey, foi registrada pela fotógrafa Carla Souza. 
Tudo ocorria como planejado em um cenário ao ar livre, até que Mickey apareceu: 
"Ele foi na criança, fez a cena dele, deu uma voltinha e foi embora", conta a fotógrafa. 
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O gato se sentiu tão à vontade que deitou de barriga para cima e pediu carinho ao menino. "A reação do Davi em relação ao Mickey foi linda", relembra Carla. 
Segundo a fotógrafa, o gatinho é de um vizinho, mas costuma frequentar o jardim onde ela fotografa. "Ele é muito dócil. A gente não sabe o nome dele, mas minha filha o batizou de Mickey", explica. 
A família do aniversariante adorou o resultado e fez questão de adquirir as fotos com o "invasor". 
Carla compartilhou o momento no Instagram com a legenda: "Um gatinho invadiu o ensaio! mas tudo ficou ainda melhor". A publicação alcançou quase 490 mil visualizações e teve mais de 62 mil curtidas. 
Gato 'invade' ensaio de bebê em Santa Cruz do Sul e cena viraliza
Carla Souza/Cedidas  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[10/05/2026]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/_QODJMCBKt0L0n4nKHX4hk7S97c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/i/K/fJZrxtTp64OpGlQ7cFzg/davi-2.jpg.jpeg]]></linkfoto>
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		<title><![CDATA[Crise do alho: preço baixo dos importados faz agricultores brasileiros jogarem produção no lixo]]></title>
		<description><![CDATA[        Cai a área cultivada com alho
Produtores de alho estão com dificuldade para vender a safra por causa do preço baixo do produto importado.
Sem conseguir vender a produção, o agricultor Everson Tagliari, do Rio Grande do Sul, cogita jogar 50 toneladas de alho no lixo.
Outros produtores preferem não vender a safra quando o valor pago não cobre os custos de cultivo.
O Brasil consome cerca de 320 mil toneladas de alho por ano, mas colhe apenas 170 mil toneladas, segundo a Associação Nacional dos Produtores de Alho (Anapa). A maior parte da produção fica nas regiões Centro-Oeste e Sul.
Para suprir a demanda interna, o Brasil tem que importar. Cerca de 60% do alho consumido no Brasil vem da Argentina. O restante vem principalmente da China, o maior produtor do mundo.
Desde a década de 90, o Brasil aplica uma tarifa extra pelo alho chinês que entra no país. Ainda assim, o alimento é vendido por R$ 10 o quilo. O valor é menor do que o custo de produção do alho brasileiro, que gira em torno de R$ 13 por quilo.
Além disso, no ano passado, o governo brasileiro firmou um acordo com três exportadores chineses e definiu um preço mínimo para o produto.
"No caso do alho chinês, já é comprovado um mercado desleal em função de práticas adotadas no país. Subsídios em armazenagem, em estrutura de comercialização, estruturas produtivas fazem com que o alho chinês chegue ao Brasil e cause um dano à indústria nacional", afirma Letícia Barony, assessora técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA).
No Rio Grande do Sul, produtores dizem enfrentar dificuldades por causa do alho argentino. Segundo a presidente da Associação dos Produtores de Alho do estado, Franchielle Motter, o prejuízo chega a R$ 5 por quilo vendido.
A Anapa afirma que já enviou 35 ofícios a órgãos do governo federal denunciando concorrência desleal, mas ainda não recebeu resposta.
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		<date><![CDATA[08/05/2026]]></date>
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