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		<title><![CDATA[Outlook fora do ar: reclamações voltam a subir e e-mails da Microsoft têm problemas pelo mundo]]></title>
		<description><![CDATA[        Microsoft 365 apresenta falha e usuários têm dificuldade para usar pacote office
REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo
O Microsoft 365 apresenta falha nesta segunda-feira (5) e usuários têm dificuldade para usar pacote Office. A principal dificuldade é de acessar o Outlook, representando mais de 90% das reclamações.
Os relatos de usuários no site Downdetector, que reúne esse tipo de registro, tiveram dois picos: 
o primeiro por volta das por volta das 11h30, com mais de 1.600;
o segundo cerca de 16h30, com mais de 600.
Outlook apresenta falha nesta segunda-feira (5)
Reprodução / Downdetector
No Twitter, além de brasileiros, usuários falantes de outras línguas, como o inglês, também reclamaram da instabilidade.
No site Downdetector, 94% dos relatos se referiam ao Outlook, 4% ao Onedrive e 3% ao Excel.
Os usuários alegaram que o Outlook não permite a realização de buscas e apresenta lentidão ao carregar a página. Já o Microsoft Teams, eles informam que a reprodução de áudios está sem som. 
Antes do segundo pico, a Microsoft informou ao g1 que o problema havia sido resolvido.
O g1 entrou em contato novamente com a Microsoft questionando sobre o segundo problema, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
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		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[05/06/2023]]></date>
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		<title><![CDATA[Embraer conclui testes com 'carro voador' em túnel de vento]]></title>
		<description><![CDATA[        Conceito de eVTOL da Eve, empresa da Embraer
Divulgação/Eve
A fabricante de aeronaves Eve, controlada pela Embraer, informou no início desta segunda-feira (15) que concluiu com sucesso os testes com ‘carros voadores’ em túnel de vento.
Túneis de vento são instalações que têm como objetivo principal simular o movimento e efeito do ar e dos ventos, para a realização de estudos. Os testes foram realizados nos últimos meses e encerrados recentemente.
De acordo com a empresa, a expectativa é que os chamados ‘eVTOLs’ (sigla em inglês para "veículo elétrico de pouso de decolagem virtual") iniciem as operações comerciais no ano de 2026.
Conceito da área interna do eVTOL mostra cidade do Rio de Janeiro, mas primeiros testes na cidade usarão helicópteros
Divulgação/Embraer
Ainda segundo a Eve, os testes realizados com túnel de vento foram considerados essenciais para a certificação do projeto e futura produção do veículo.
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Modelo de 'carro voador' da Embrear foi apresentado na Inglaterra
Divulgação
Como será a viagem de eVTOL?
A Eve espera que, depois da certificação, a operação comercial do serviço seja feita por parceiros. No início, viagens de cerca de 15 minutos deverão custar entre US$ 50 e US$ 100 (R$ 246 a R$ 492, na cotação de 15 de maio), mas a ideia da empresa é reduzir os valores.
Embraer conclui testes com 'carro voador' em túnel de vento
"Nosso parâmetro de comparação é quanto você gastaria para fazer o mesmo trajeto de táxi, só que ficando preso duas ou três horas no engarrafamento. Queremos que seja possível usar esse mesmo dinheiro para fazer um voo de 10 ou 15 minutos", afirma o diretor-executivo da Embraer-X, Daniel Moczydlower, em entrevista ao g1, durante o Web Summit Rio, no início do mês.
A startup da Embraer tem cartas de intenção, isto é, acordos prévios de compra para cerca de 2.800 eVTOLs, o que vai representar um faturamento em torno de US$ 8 bilhões (R$ 40 bilhões).
No futuro, a empresa acredita que será possível permitir a operação simultânea de até 200 eVTOLs na cidade do Rio de Janeiro e até 300, na cidade de São Paulo. As aeronaves, que poderão voar sem piloto, serão gerenciadas por um sistema de controle de tráfego exclusivo para elas.
As diferenças entre helicóptero, eVTOL e avião elétrico
Daniel Ivanaskas/Arte g1
Maquete de cabine de 'carro voador' da Embraer é apresentado ao público
Divulgação
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		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[15/05/2023]]></date>
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		<title><![CDATA[Direção do Inpe barra funcionários terceirizados e paralisa atividades de laboratório de testes usado por montadoras]]></title>
		<description><![CDATA[        Área de testes do Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Inpe
Divulgação/Inpe
Uma mudança na gestão paralisou o Laboratório de Integração e Testes (LIT), uma unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) usada por montadoras de veículos, empresas de telecomunicação e outras empresas para realizar testes obrigatórios antes de colocar produtos no mercado. 
O LIT existe há mais de 30 anos e foi criado para, segundo o Inpe, dar autonomia à indústria nacional, certificando produtos que circulam no país. Entre as montadoras que testam no local estão a Volkswagen, a Stellantis, a General Motors, a Mercedes e a Caoa. 
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Pelo menos desde 2003, o laboratório conta com funcionários terceirizados na equipe, que são remunerados por meio da Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (Funcate). As empresas pagam pela mão de obra dos testes para a fundação, que destina pessoas ao laboratório. 
Com a falta de servidores – demanda antiga do Inpe, que pediu ao MCTIC reposição por concurso – os terceirizados vem sendo mantidos de forma permanente. Isso porque, além de ser mão de obra com qualificações específicas, ainda é necessário treinamento e certificação de agências reguladoras, como a Anatel, para atuar no LIT. 
Automóvel passa por teste em uma das câmaras do LIT, do INPE.
Reprodução/TV Vanguarda
Em 28 de fevereiro, o diretor do Inpe, Clézio de Nardin, determinou que os terceirizados parassem de trabalhar no LIT. Segundo ele, a terceirização no Inpe seria ilegal. 
“Não pode haver mão de obra permanente que não seja servidor público. Devidamente registrado, devidamente cadastrado no sistema. Se um serviço ou outro foi descontinuado, foi por isso. Mas é possível retomar isso com o processo novo”, afirma. 
Segundo Nardin, a decisão não paralisa as atividades do LIT, mas podem ocorrer atrasos. “O que eu posso garantir é que nada foi interrompido. Vamos ter uma adaptação. Pode ter atraso, mas estamos absolutamente dentro da lei”, reafirma. 
O Sindicato dos Servidores Públicos Federais na Área de Ciência e Tecnologia do Setor Aeroespacial (Sindct), porém, afirma que houve uma paralisação total dos testes. “O sindicato entende que o que a direção fez não foi uma correção de mecanismos, mas implementar uma paralisação sem medir as consequências”, diz o presidente, Fernando Morais. 
A afirmação é corroborada por dois integrantes do laboratório ouvidos pelo g1 sob condição de anonimato. 
“As empresas estão retirando os equipamentos antes mesmo das atividades serem realizadas. Prazos e agendamentos não estão sendo cumpridos ou, então, sendo adiados, porém sem previsão de realização”, disse uma servidora que não quis ser identificada. 
A Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) afirma que alguns testes necessários para o setor só podem ser feitos, no Brasil, no LIT. 
“Ainda não nos foram reportados problemas das nossas associadas. Mas, em tese, a suspensão de atividades no LIT faria com que as montadoras buscassem alternativas para determinados testes em laboratórios usados pelas suas matrizes fora do país” , diz a associação em nota.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação foi procurado, mas não respondeu até a última atualização desta reportagem.  ]]></description>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<date><![CDATA[14/03/2023]]></date>
		<linkfoto><![CDATA[https://s2-g1.glbimg.com/oJpK_ML1fxI2zsQ65oLhGujcQ-A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/5/Z/FWF5IqR8W8KtNoGdE4ZA/halltestes.jpg]]></linkfoto>
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