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	<description><![CDATA[Últimas notícias do Brasil e do mundo, sobre política, economia, emprego, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia, ciência, cultura e carros. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.]]></description>
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		<title><![CDATA[Jogadores do Irã enfrentam problemas para sair dos EUA após primeira partida na Copa do Mundo]]></title>
		<description><![CDATA[        Mehdi Torabi (a frente) durante o aquecimento da partida contra a Nova Zelândia.
Gary Vasquez /  IMAGN IMAGES via Reuters
Após disputar sua estreita na Copa do Mundo 2026 contra a Nova Zelândia em Los Angeles, a seleção do Irã enfrentou dificuldades para manter o elenco unificado devido a problemas com as autoridades de imigração americanas, informaram as agências iranianas Isna e Fars nesta terça-feira (16).
A seleção iraniana empatou com a Nova Zelândia na noite desta segunda-feira (15).
O caso mais complexo envolve o atacante Mehdi Torabi. Ao contrário do restante do grupo, que recebeu vistos de múltiplas entradas para o território americano, o documento emitido para Torabi tinha validade de entrada única. 
Segundo as agências, a Federação Iraniana de Futebol iniciou os trâmites legais para tentar emitir uma nova autorização e garantir que o atleta possa acompanhar a equipe nos próximos jogos.
No momento em que a delegação se preparava para deixar Los Angeles com destino a Tijuana, no México, o atacante Mehdi Taremi e o membro da comissão técnica Saeid Alhouei foram retidos no aeroporto.
Enquanto o restante do elenco já havia embarcado, a dupla enfrentou um "atraso injustificado" nos procedimentos finais de checagem e liberação da imigração, noticiaram as agências iranianas. Representantes da federação e autoridades locais seguem em negociações no aeroporto.
Os EUA já haviam comunicado que a seleção não poderia se manter no país durante toda a Copa. De acordo com o embaixador iraniano no México, o visto concedido aos 26 jogadores permite apenas a entrada temporária nos Estados Unidos para treinamentos e partidas.
A delegação chegou no dia 7 de junho a Tijuana, no México, onde ficará concentrada durante a primeira fase da competição.
Inicialmente, a equipe planejava se hospedar em Tucson, no Arizona, já que disputará seus três primeiros jogos nos Estados Unidos. No entanto, a guerra que começou após bombardeios coordenados por forças americanas e israelenses contra o Irã alterou toda a logística da seleção.
No dia 9 de junho, dois dias antes do começo da Copa, a Federação de Futebol do Irã (FFIRI) anunciou que sua cota de ingressos para a competição foi retirada pelos Estados Unidos.
A decisão deixou os torcedores que já haviam feito planos de viagem impossibilitados de assistir às partidas da seleção iraniana.  ]]></description>
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		<date><![CDATA[16/06/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[QualificaDF tem 12 mil vagas para cursos profissionalizantes; saiba como se inscrever]]></title>
		<description><![CDATA[        Unidade móvel do Qualifica DF
Divulgação/Setrab
O programa QualificaDF oferece 12 mil vagas de qualificação profissional. As inscrições vão até 3 de julho.  A participação é gratuita, e as vagas serão preenchidas conforme os critérios estabelecidos no edital (veja detalhes abaixo).
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Veja quais são os requisitos para participar do programa:
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possuir escolaridade compatível com o curso escolhido, que vai do ensino fundamental incompleto ao ensino médio completo;
comprovar residência no Distrito Federal.
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		<date><![CDATA[16/06/2026]]></date>
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		<title><![CDATA[Quais os pontos ainda a esclarecer do acordo entre EUA e Irã]]></title>
		<description><![CDATA[        EUA e Irã assinam pré-acordo pelo fim da guerra, diz agência
Estados Unidos e Irã, que estavam em guerra desde o fim de fevereiro, anunciaram no fim de semana que chegaram a um acordo para encerrar o conflito.
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O anúncio não significa, porém, o fim automático da guerra. O acordo prevê, inicialmente um cessar-fogo — ou seja, uma trégua nos ataques, e não o fim definitivo deles.
Esse cessar-fogo duraria enquanto as duas partes discutem o ponto-chave das tratativas, ainda em aberto: o futuro do programa nuclear iraniano. Outras questões, como a navegação no Estreito de Ormuz e a compensação financeira do Irã, não estão completamente esclarecidas até o momento.
A íntegra do acordo será conhecida na sexta-feira (19), quando haverá uma cerimônia para assinatura do documento em Genebra, na Suíça.
Veja, abaixo, as questões ainda em aberto do acordo:
Programa nuclear iraniano
Esse é o ponto-chave das tratativas, ainda em aberto. O acordo que será assinado na sexta-feira prevê, segundo Teerã, que negociadores dos dois lados chegarão a um consenso em um prazo de até 60 dias. 
O governo Trump quer que Irã encerre por completo seu programa nuclear, que Washington diz servir para criar armas nucleares — este foi, inclusive, o principal argumento de Trump para atacar o Irã em 28 de fevereiro, dando início à guerra. 
Trump disse que sua equipe de negociadores exigiu que uma equipe independente entre no Irã e escave todo o material nuclear e envie o urânio já enriquecido em território iraniano para fora do país, possivelmente para a Rússia, que já se ofereceu para receber o material.
Teerã, no entanto, nega e diz que o programa é usado exclusivamente para fins civis. 
O tema é espinhoso, e Washington e Teerã estão longe de um consenso.
Estreito de Ormuz
Europa celebra acordo entre EUA e Irã, mas faz alerta sobre armas nucleares
Reprodução/TV Globo
Tanto Washington quanto Teerã disseram que o Estreito de Ormuz, que se tornou o grande ponto de tensão da guerra, será reaberto de forma imediata.
Da mesma forma, Donald Trump afirmou já ter ordenado o levantamento do bloqueio naval que navios da Marinha dos EUA fazem na entrada do estreito, impedindo a passagem de navios que comercializem com portos iranianos na região. 
Mas o consenso termina por aí: na segunda-feira (15), Trump disse inclusive que o tráfego de navios no canal já havia começado a se mexer após o anúncio. Mas o Irã, que controla, na prática, a movimentação de navios em Ormuz, não confirmou.  
O Ministério da Defesa do Irã também anunciou que passará a cobrar uma "taxa de serviço" aos navios que cruzarem o estreito, apesar de Donald Trump ter afirmado que o acordo proíbe a instauração de um pedágio no tráfego local de embarcações. 
Além disso, o Irã posicionou minas navais no estreito como forma de controlar a passagem — a localização dos artefatos é desconhecida, porém, até por Teerã.
Uma varredura completa para desativar todos os explosivos poderia demorar até 50 dias. Antes disso, por imposição das seguradoras e operadoras de cargas marítimas, a navegação no estreito ainda seria inviável.
Sanções ao Irã e compensação financeira
Entre as exigências publicadas pelo Irã para o fim do conflito, está a suspensão das sanções sobre a venda de petróleo, produtos petroquímicos e derivados, e acesso total do Irã aos seus recursos financeiros que se encontram congelados.
Os EUA concordaram em relaxar e aliviar as sanções econômicas, mas de forma gradativa e condicionada ao cumprimento do acordo. 
O objetivo de Teerã é conseguir restabelecer a exportação de petróleo para recuperar sua economia severamente castigada por mais de três meses de conflito.
O Irã também quer que EUA e aliados apresentem um plano de reconstrução para o país no valor de pelo menos US$ 300 bilhões, a título de compensação dos estragos provocados pela guerra. Washington não fez comentários a esse respeito.
Conflito e ocupação no Líbano
Este é um dos pontos onde há menos consenso, pelo menos entre Israel e as outras partes. 
O anúncio oficial do acordo feito pelo primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, destacou que o encerramento permanente das operações militares inclui a frente no Líbano. 
O fim dos ataques de Israel em território libanês é inclusive uma exigência direta de Teerã para assinar o acordo. Isso porque o Irã é aliado e financia o Hezbollah, alvo dos ataques de Israel no Líbano. O grupo terrorista atacou o território israelense dias após o início do conflito, a título de retaliação, quando EUA e Israel bombardearam o Irã. 
Na segunda-feira, Benjamin Netanyahu disse que suas tropas permanecerão nas "zonas de segurança", espaços ocupados por Israel dentro do território libanês, "até que seja necessário".
Não se sabe se o acordo prevê alguma concessão militar israelense em relação às tropas estacionadas no país vizinho.  ]]></description>
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		<date><![CDATA[16/06/2026]]></date>
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