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 	<description><![CDATA[As últimas notícias sobre PIB, inflação, mercado de trabalho, educação e saúde]]></description>
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 	 	<title><![CDATA[Fazenda corrige prazo da desoneração de combustíveis, que vai até 9 de outubro]]></title>
 	 	<description><![CDATA[        Diferentemente do que foi informado no material distribuído pelo governo nesta quarta-feira (9), o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, informou que o decreto que irá regulamentar a desoneração da gasolina e do etanol hidratado terá vigência até 9 de outubro, ou seja, por um período de 30 dias.

Mais cedo, em nota à imprensa, o Palácio do Planalto havia informado que a medida teria vigência até 5 de outubro, um dia após o primeiro turno da eleição presidencial.
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Lula assina decreto que amplia subsídio para a gasolina

“O decreto vale até 9 de outubro, 30 dias corridos após o fim da medida provisória vigente. Nossa estratégia foi mudar os parâmetros. Tínhamos uma reavaliação das medidas a cada 60 dias e reduzimos esse prazo para 30 dias”, explicou Ceron.

“Houve um agravamento na questão do refino, e isso exigiu uma intensificação tanto da desoneração quanto da subvenção. Como o mercado está muito volátil, não queríamos deixar um período muito longo. Podemos ter uma surpresa positiva, assim esperamos, com um arrefecimento dos preços do petróleo e do refino, o que pode levar à retirada da subvenção ou da desoneração antes desse período”, acrescentou.
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, informou o novo prazo da desoneração
Wenderson Araujo/Valor  ]]></description>
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 	 	<date><![CDATA[09/09/2026]]></date>
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 	 	<title><![CDATA[Lula assina decreto que amplia subsídio para a gasolina]]></title>
 	 	<description><![CDATA[        O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta quarta-feira (9), um decreto que reduz em R$ 0,63 as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre o litro de gasolina e que zera os tributos sobre o etanol hidratado. Além disso, assinou medida provisória (MP) que autoriza a União a conceder subvenção econômica a produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário de R$1,00 por litro. 
Para garantir a subvenção, Lula assinou ainda uma MP que abre um crédito extraordinário no valor de R$ 6,6 bilhões em favor do Ministério de Minas e Energia.
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Novas medidas para conter alta dos combustíveis terão impacto de R$ 7 bi por mês

O decreto reduz, entre 10 de setembro e 9 de outubro, as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins incidentes sobre a importação e a comercialização de gasolina e suas correntes, com exceção da gasolina de aviação, e de etanol hidratado. A medida substitui a MP nº 1.358/2026, que promovia subvenção de R$ 0,44 por litro e vencia hoje.
“O decreto vale até 9 de outubro, 30 dias corridos após o fim da medida provisória vigente. Nossa estratégia foi mudar os parâmetros. Tínhamos uma reavaliação das medidas a cada 60 dias e reduzimos esse prazo para 30 dias”, explicou o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron.


No caso da gasolina, a redução da carga tributária é de R$ 0,63 por litro, incluindo PIS/Pasep e Cofins. Com a redução, os tributos totais serão de R$ 0,16 por litro. Já para o etanol hidratado, utilizado diretamente como combustível, as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins serão zeradas, o que corresponde a uma redução tributária de R$ 0,19 por litro.

Nesse sentido, Lula afirmou, ao assinar a medida, que a decisão do governo é uma forma de não permitir que o conflito no Oriente Médio traga prejuízos "ao prato de comida". "O povo não pode pagar por uma guerra que não é dele", completou o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, ao lado de Lula.

Subvenção a produtores e importadores de diesel
Paralelamente, o chefe do Executivo também assinou uma MP que autoriza a União a conceder subvenção econômica a produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário. A medida, segundo o Palácio do Planalto, terá validade "enquanto persistir a instabilidade na oferta de combustíveis decorrente de conflitos geopolíticos".

De acordo com o governo, o valor da subvenção por litro ainda será definido por ato do Ministério da Fazenda e poderá ser alterado, interrompido ou prorrogado conforme as condições do mercado.

No primeiro período, o valor da subvenção será de R$ 1,00 por litro. Em nota, o Palácio do Planalto explica que os agentes que aderirem ao mecanismo deverão deduzir do preço de venda o montante correspondente à subvenção e registrar o desconto na nota fiscal e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) fará a habilitação dos participantes, o acompanhamento dos preços e o pagamento da subvenção.

"A MP estabelece um mecanismo de caráter temporário e ajustável, justamente para permitir adequação à evolução das condições internacionais de oferta e preços", explicou a Secretaria de Comunicação (Secom), por meio de nota enviada à imprensa. "A duração e o valor da subvenção poderão ser modificados de acordo com a conjuntura e com a disponibilidade orçamentária e financeira."

As novas medidas fazem parte de um esforço do governo de tentar segurar a alta dos combustíveis após aumento do petróleo no mercado internacional, a menos de um mês das eleições presidenciais. Os preços superaram US$ 101 o barril, na tarde desta quarta, com a escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã, e voltaram a pressionar os mercados e os valores de gasolina, do etanol e do diesel.

Carro é abastecido em posto de combustível
Pixabay  ]]></description>
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 	 	<date><![CDATA[09/09/2026]]></date>
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 	 	<title><![CDATA[Índice de Commodities do BC sobe 3,61% em agosto]]></title>
 	 	<description><![CDATA[        Puxado pelas commodities metálicas, o preço das matérias-primas com influência sobre a inflação subiu 3,61% em agosto. Em julho, houve queda de 0,57% em relação ao mês anterior, de acordo com o Índice de Commodities Brasil (IC-Br).   Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  ]]></description>
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